domingo, 26 de abril de 2026

SEMANARIO LITÚRGICO IV DOMINGO DA PASCOA

 



SEMANÁRIO LITÚRGICO

IV DOMINGO DE PÁSCOA

DOMINGO DO BOM PASTOR


26.04.2023


RITOS INICIAIS


PROCISSÃO DE ENTRADA


CANTO

(Ressuscitou o Bom Pastor)


Reunido o povo, o sacerdote dirige-se ao altar com os ministros, durante o canto de entrada.


RESSUSCITOU O BOM PASTOR; PELAS OVELHAS DEU A VIDA E QUIS MORRER POR SEU REBANHO, ALELUIA!


— O SENHOR É O PASTOR QUE ME CONDUZ;NÃO ME FALTA COISA ALGUMA. PELOS PRADOS E CAMPINAS VERDEJANTES ELE ME LEVA A DESCANSAR.


RESSUSCITOU O BOM PASTOR; PELAS OVELHAS DEU A VIDA E QUIS MORRER POR SEU REBANHO, ALELUIA!


— PARA AS ÁGUAS REPOUSANTES ME ENCAMINHA E RESTAURA AS MINHAS FORÇAS. ELE ME GUIA NO CAMINHO MAIS SEGURO, PELA HONRA DE SEU NOME.


RESSUSCITOU O BOM PASTOR; PELAS OVELHAS DEU A VIDA E QUIS MORRER POR SEU REBANHO, ALELUIA!


— MESMO QUE EU PASSE PELO VALE TENEBROSO, NENHUM MAL EU TEMEREI; ESTAIS COMIGO COM BASTÃO E COM CAJADO; ELES ME DÃO A SEGURANÇA!


RESSUSCITOU O BOM PASTOR; PELAS OVELHAS DEU A VIDA E QUIS MORRER POR SEU REBANHO, ALELUIA!


— PREPARAIS À MINHA FRENTE UMA MESA, BEM À VISTA DO INIMIGO; E COM ÓLEO VÓS UNGIS MINHA CABEÇA; O MEU CÁLICE TRANSBORDA.


RESSUSCITOU O BOM PASTOR; PELAS OVELHAS DEU A VIDA E QUIS MORRER POR SEU REBANHO, ALELUIA!


— FELICIDADE E TODO O BEM HÃO DE SEGUIR-ME, POR TODA A MINHA VIDA; E, NA CASA DO SENHOR, HABITAREI PELOS TEMPOS INFINITOS.


RESSUSCITOU O BOM PASTOR; PELAS OVELHAS DEU A VIDA E QUIS MORRER POR SEU REBANHO, ALELUIA!


ANTÍFONA DE ENTRADA

(Sl 32, 5-6)


Se não há cântico de entrada, recita-se a antífona que vem no Missal, ou por todos os fiéis, ou por alguns deles, ou por um leitor:

A terra está repleta do amor de Deus; por sua palavra foram feitos os céus, aleluia!


SAUDAÇÃO


Chegando ao altar e feita a devida reverência, beija-o em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa-o. Em seguida, todos dirigem-se às cadeiras.


Terminado o canto de entrada, toda a assembleia, de pé, faz o sinal da cruz, enquanto o sacerdote diz:

Pres.: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.

Ass.: Amém.


O sacerdote, voltado para o povo e abrindo os braços, saúda-o:

Pres.: O Deus da esperança, que nos cumula de toda alegria e paz em nossa fé, pela ação do Espírito Santo, esteja convosco.

Ass.: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.


O sacerdote, diácono ou outro ministro devidamente preparado poderá, em breves palavras, introduzir os fiéis na missa do dia.


ATO PENITENCIAL


Segue-se o Ato Penitencial. O sacerdote convida os fiéis à penitência.

Pres.: No início desta celebração eucarística, peçamos a conversão do coração, fonte de reconciliação e comunhão com Deus e com os irmãos e irmãs.


Após um momento de silêncio, usa-se a seguinte fórmula:

O sacerdote diz:

Pres.: Tende compaixão de nós, Senhor.

Ass.: Porque somos pecadores.

Pres.: Manifestai, Senhor, a vossa misericórdia.

Ass.: E dai-nos a vossa salvação.


Segue-se a absolvição:

Pres.: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.

Ass.: Amém.


Segue-se as invocações Senhor tende piedade de nós, caso já não tenham ocorrido no ato penitencial.


Pres.: Senhor, tende piedade de nós.

Ass.: Senhor, tende piedade de nós.


Pres.: Cristo, tende piedade de nós.

Ass.: Cristo, tende piedade de nós.


Pres.: Senhor, tende piedade de nós.

Ass.: Senhor, tende piedade de nós.


HINO DE LOUVOR

(Glória a Deus nas alturas)


Quando for prescrito, canta-se ou recita-se o Hino de Louvor.

    O hino é prescrito aos domingos, exceto no tempo do Advento e da Quaresma. Recita-se nas solenidades e festas e ainda em celebrações especiais mais solenes.



GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS, E PAZ NA TERRA AOS HOMENS POR ELE AMADOS!


SENHOR DEUS, REI DOS CÉUS, DEUS PAI TODO PODEROSO: NÓS VOS LOUVAMOS, VOS BENDIZEMOS, VOS ADORAMOS, VOS GLORIFICAMOS.


GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS, E PAZ NA TERRA AOS HOMENS POR ELE AMADOS!


NÓS VOS DAMOS GRAÇAS, POR VOSSA IMENSA GLÓRIA. SENHOR JESUS CRISTO, FILHO UNIGÊNITO SENHOR DEUS CORDEIRO DE DEUS, FILHO DE DEUS PAI:


GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS, E PAZ NA TERRA AOS HOMENS POR ELE AMADOS!


VÓS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO, TENDE PIEDADE DE NÓS; VÓS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO, ACOLHEI A NOSSA SÚPLICA; VÓS QUE ESTAIS À DIREITA DO PAI, TENDE PIEDADE DE NÓS.


GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS, E PAZ NA TERRA AOS HOMENS POR ELE AMADOS!


SÓ VÓS SOIS O SANTO; SÓ VÓS, O SENHOR;  SÓ VÓS, O ALTÍSSIMO, JESUS CRISTO; COM O ESPÍRITO SANTO, NA GLÓRIA DE DEUS PAI. A-A-A-A-AMÉM!


GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS, E PAZ NA TERRA AOS HOMENS POR ELE AMADOS!


ORAÇÃO DO DIA


Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:

Pres.: Oremos.

E todos oram em silêncio, por algum tempo.

Então o sacerdote abrindo os braços reza a oração;

Deus eterno e todo-poderoso, conduzi-nos à comunhão das alegrias celestes, para que o rebanho possa atingir, apesar de sua fraqueza, a fortaleza do Pastor. Phor nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

Ao terminar, o povo aclama:

Ass.: Amém.


LITURGIA DA PALAVRA


PRIMEIRA LEITURA

(At 2, 14a. 36-41)


O leitor dirige-se ao ambão para a primeira leitura, que todos ouvem sentados.

Leitor: Leitura dos Atos dos Apóstolos.

No dia de Pentecostes, Pedro, de pé, no meio dos Onze apóstolos, levantou a voz e falou à multidão: “Que todo o povo de Israel reconheça com plena certeza: Deus constituiu Senhor e Cristo a este Jesus que vós crucificastes”. Quando ouviram isso, eles ficaram com o coração aflito, e perguntaram a Pedro e aos outros apóstolos: “Irmãos, o que devemos fazer?” Pedro respondeu: “Convertei-vos e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo para o perdão dos vossos pecados. E vós recebereis o dom do Espírito Santo. Pois a promessa é para vós e vossos filhos, e para todos aqueles que estão longe, todos aqueles que o Senhor nosso Deus chamar para si”. Com muitas outras palavras, Pedro lhes dava testemunho, e os exortava, dizendo: “Salvai-vos dessa gente corrompida!” Os que aceitaram as palavras de Pedro receberam o batismo. Naquele dia, mais ou menos três mil pessoas se uniram a eles.

Ao final acrescenta:

Leitor: Palavra do Senhor.

Todos aclamam:

Ass.: Graças a Deus.


SALMO RESPONSORIAL

(Sl 22(23))


O salmista ou o cantor recita o salmo, e o povo o estribilho.


— O SENHOR É O PASTOR QUE ME CONDUZ; PARA AS ÁGUAS REPOUSANTES ME ENCAMINHA.


— O SENHOR É O PASTOR QUE ME CONDUZ; NÃO ME FALTA COISA ALGUMA. PELOS PRADOS E CAMPINAS VERDEJANTES ELE ME LEVA A DESCANSAR. PARA AS ÁGUAS REPOUSANTES ME ENCAMINHA, E RESTAURA AS MINHAS FORÇAS. 


— ELE ME GUIA NO CAMINHO MAIS SEGURO, PELA HONRA DO SEU NOME. MESMO QUE EU PASSE PELO VALE TENEBROSO, NENHUM MAL EU TEMEREI; ESTAIS COMIGO COM BASTÃO E COM CAJADO; ELES ME DÃO A SEGURANÇA!


— PREPARAIS À MINHA FRENTE UMA MESA, BEM À VISTA DO INIMIGO, E COM ÓLEO VÓS UNGIS MINHA CABEÇA; O MEU CÁLICE TRANSBORDA. 


— FELICIDADE E TODO BEM HÃO DE SEGUIR-ME POR TODA A MINHA VIDA; E, NA CASA DO SENHOR, HABITAREI PELOS TEMPOS INFINITOS. 


SEGUNDA LEITURA

(1Pd 2, 20b-25)


Se houver segunda leitura, o leitor a fará no ambão, como acima.


Leitor: Leitura da Primeira Carta de São Pedro.

Caríssimos: Se suportais com paciência aquilo que sofreis por ter feito o bem, isto vos torna agradáveis diante de Deus. De fato, para isto fostes chamados. Também Cristo sofreu por vós deixando-vos um exemplo, a fim de que sigais os seus passos. Ele não cometeu pecado algum, mentira nenhuma foi encontrada em sua boca. Quando injuriado, não retribuía as injúrias; atormentado, não ameaçava; antes, colocava a sua causa nas mãos daquele que julga com justiça. Sobre a cruz, carregou nossos pecados em seu próprio corpo, a fim de que, mortos para os pecados, vivamos para a justiça. Por suas feridas fostes curados. Andáveis como ovelhas desgarradas, mas agora voltastes ao pastor e guarda de vossas vidas.

Ao final acrescenta:

Leitor: Palavra do Senhor.

Todos aclamam:

Ass.: Graças a Deus.


ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO

(Jo 10, 14)


Segue-se o Aleluia.

ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA! ALELUIA!

ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA! ALELUIA!


EU SOU O BOM PASTOR, DIZ O SENHOR;  EU CONHEÇO AS MINHAS OVELHAS E ELAS ME CONHECEM A MIM. 


ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA! ALELUIA!

ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA! ALELUIA!


Enquanto isso, o sacerdote, se usar incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:

Diác.: Dá-me a tua bênção.

O sacerdote diz em voz baixa:

Pres.: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.

O diácono responde:

Diác.: Amém.


Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio;

Pres.: Ó Deus todo-poderoso, purificai-me o coração e os lábios, para que eu anuncie dignamente o vosso santo Evangelho.


EVANGELHO

(Jo 10, 1-10)


O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e as velas, e diz:

Diác. ou Sac.: O Senhor esteja convosco.

Ass.: Ele está no meio de nós.


O diácono, ou o sacerdote, fazendo o sinal da cruz no livro e, depois, na fronte, na boca e no peito, diz:

Diác. ou Sac.: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo João.

Ass.: Glória a vós, Senhor.


Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.

Diác. ou Sac.: Naquele tempo, disse Jesus: “Em verdade, em verdade vos digo, quem não entra no redil das ovelhas pela porta, mas sobe por outro lugar, é ladrão e assaltante. Quem entra pela porta é o pastor das ovelhas. A esse o porteiro abre, e as ovelhas escutam a sua voz; ele chama as ovelhas pelo nome e as conduz para fora. E, depois de fazer sair todas as que são suas, caminha à sua frente, e as ovelhas o seguem, porque conhecem a sua voz. Mas não seguem um estranho, antes fogem dele, porque não conhecem a voz dos estranhos”. Jesus contou-lhes esta parábola, mas eles não entenderam o que ele queria dizer. Então Jesus continuou: “Em verdade, em verdade vos digo, eu sou a porta das ovelhas. Todos aqueles que vieram antes de mim são ladrões e assaltantes, mas as ovelhas não os escutaram. Eu sou a porta. Quem entrar por mim, será salvo; entrará e sairá e encontrará pastagem. O ladrão só vem para roubar, matar e destruir. Eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância”.

Terminado o Evangelho, o diácono ou o sacerdote diz:

Diác. ou Sac.: Palavra da Salvação.

O povo aclama:

Ass.: Glória a vós, Senhor.


HOMILIA


Nos domingos e festas de preceito, faça-se a homilia, também recomendável nos outros dias.


PROFISSÃO DE FÉ

(Símbolo Apostólico)


Terminada a homilia, seja feita, quando prescrita, a profissão de fé.


Pres.: Professemos a nossa fé.

Ass.: Creio em Deus Pai todo-poderoso, criador do céu e da terra; e em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor; 

(Todos se inclinam)

que foi concebido pelo poder do Espírito Santo; nasceu na Vhirghem Maria, 

(Todos erguem-se)

padeceu sob Pôncio Pilatos, foi crucificado morto e sepultado; desceu à mansão dos mortos; ressuscitou ao terceiro dia; subiu aos céus, está sentado à direita de Deus Pai todo-poderoso, donde há de vir a julgar os vivos e os mortos; creio no Espírito Santo, na santa Igreja Católica, na comunhão dos santos, na remissão dos pecados, na ressurreição da carne, na vida eterna. Amém.


LITURGIA EUCARÍSTICA


OFERTÓRIO

(Pão e Vinho trazemos)


Inicia-se o canto do ofertório, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice e o missal.


PÃO E VINHO TE APRESENTAMOS NESSE ALTAR

COMO SINAL QUE TU RECOLHES NOSSA OFERTA

TUDO O QUE SOMOS DEIXAMOS AQUI. 


É UM MILAGRE QUE SE DÁ

O PÃO E O VINHO EM CORPO E SANGUE,

VÃO SE TRANSFORMAR

NÃO HA LIMITES PARA O AMOR

VEM TRANSFORMAR TAMBÉM MINHA VIDA

OH SENHOR, É TEU ESSE MILAGRE DE AMOR


PÃO E VINHO TE APRESENTAMOS NESSE ALTAR

COMO SINAL QUE TU RECOLHES NOSSA OFERTA

TUDO O QUE SOMOS DEIXAMOS AQUI. 


É UM MILAGRE QUE SE DÁ

O PÃO E O VINHO EM CORPO E SANGUE,

VÃO SE TRANSFORMAR

NÃO HA LIMITES PARA O AMOR

VEM TRANSFORMAR TAMBÉM MINHA VIDA

OH SENHOR, É TEU ESSE MILAGRE DE AMOR


É TEU ESSE MILAGRE DE AMOR

É TEU ESSE MILAGRE DE AMOR


Convém que os fiéis manifestem a sua participação, trazendo o pão e o vinho para a celebração da Eucarística, ou outros dons para o auxílio da comunidade e dos pobres.


O sacerdote, de pé, toma a patena com o pão e, elevando-a um pouco sobre o altar, reza em silêncio:

Pres.: Bendito sejais, senhor, Deus do universo, pelo pão que recebemos da vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano: que agora vos apresentamos e que para nós se vai tornar Pão da vida.

Se não houver canto ao ofertório o povo acrescenta a aclamação:

Ass.: Bendito seja Deus para sempre!


Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal. O diácono ou o sacerdote derrama vinho e um pouco d´água no cálice, rezando em silêncio:

Pres.: Pelo mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.

Em seguida, o sacerdote toma o cálice e, elevando-o um pouco sobre o altar, reza em silêncio:

Pres.: Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos da vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano: que agora vos apresentamos e que para nós se vai tornar vinho da salvação.

Ass.: Bendito seja Deus para sempre!

Coloca o cálice sobre o corporal.

O sacerdote, inclinado, reza em silêncio:

Pres.: De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, Senhor, nosso Deus.

Se for oportuno, incensa as oferendas e o altar. Depois o diácono ou o ministro incensa o sacerdote e o povo.

O sacerdote, de pé, ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:

Pres.: Lavai-me, Senhor, de minhas faltas e purificai-me de meus pecados.


CONVITE À ORAÇÃO


No meio do altar e voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, o sacerdote diz:

Pres.: Orai, irmãos e irmãs, para que o nosso sacrifício seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.

Ass.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a santa Igreja.


ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS


Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote reza a oração sobre as oferendas:

Pres.: Concedei, ó Deus, que sempre nos alegremos por estes mistérios pascais, para que nos renovem constantemente e sejam fonte de eterna alegria. Por Cristo, nosso Senhor.

O povo aclama:

Ass.: Amém.


PREFÁCIO DA PÁSCOA, IV

(A restauração do universo pelo mistério pascal)


Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz:

Pres.: O Senhor esteja convosco.

Ass.: Ele está no meio de nós.


Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:

Pres.: Corações ao alto.

Ass.: O nosso coração está em Deus.


O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:

Pres.: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.

Ass.: É nosso dever e nossa salvação.


O sacerdote, de braços abertos, continua o prefácio.

Pres.: Na verdade, é justo e necessário, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo o lugar, mas sobretudo neste tempo solene em que Cristo, nossa Páscoa, foi imolado. Vencendo a corrupção do pecado, realizou uma nova criação. E, destruindo a morte, garantiu-nos a vida em plenitude. Unidos à multidão dos anjos e dos santos, transbordando de alegria pascal, nós vos aclamamos, cantando (dizendo) a uma só voz:


SANTO

(Senhor Deus do Universo)


SANTO, SANTO, SANTO, SENHOR DEUS DO UNIVERSO!

O CÉU E A TERRA PROCLAMAM A VOSSA GLÓRIA!


HOSANA, HOSANA, HOSANA NAS ALTURAS!

HOSANA, HOSANA, HOSANA NAS ALTURAS!


BENDITO O QUE VEM EM NOME DO SENHOR


HOSANA, HOSANA, HOSANA NAS ALTURAS!

HOSANA, HOSANA, HOSANA NAS ALTURAS!


ORAÇÃO EUCARÍSTICA II


O sacerdote, de braços abertos, diz:

Pres.: Na verdade, ó Pai, vós sois Santo, fonte de toda santidade.

O sacerdote une as mãos e as estende sobre as oferendas dizendo:

Pres.: Santificai, pois, estes dons, derramando sobre eles o vosso Espírito, 

une as mãos e traça o sinal da cruz sobre o pão e o cálice ao mesmo tempo, dizendo:

a fim de que se tornem para nós o Corpo e + o Sangue de nosso Senhor Jesus Cristo.

℟.: Enviai o vosso Espírito Santo!


Pres.: Estando para ser entregue e abraçando livremente a paixão, 

toma o pão, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, inclina-se levemente, e prossegue:

Jesus tomou o pão, pronunciou a bênção de ação de graças, partiu e o deu a seus discípulos.

Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena, fazendo genuflexão para adorá-la.


Pres.: Do mesmo modo, no fim da ceia, 

toma o cálice nas mãos, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, inclina-se levemente, e prossegue:

ele tomou o cálice em suas mãos e, dando graças novamente, o entregou a seus discípulos.

Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e faz genuflexão para adorá-lo.


Pres.: Mistério da fé!

℟.: Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!


O sacerdote, de braços abertos, diz:

Pres.: Celebrando, pois, o memorial da morte e ressurreição do vosso Filho, nós vos oferecemos, ó Pai, o Pão da vida e o Cálice da salvação; e vos agradecemos porque nos tornastes dignos de estar aqui na vossa presença e vos servir.

℟.: Aceitai, ó Senhor, a nossa oferta!


Pres.: Suplicantes, vos pedimos que, participando do Corpo e Sangue de Cristo, sejamos reunidos pelo Espírito Santo num só corpo.

℟.: O Espírito nos una num só corpo!


1C: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja que se faz presente pelo mundo inteiro; que ela cresça na caridade, em comunhão com o Papa N., com o nosso Bispo N., os bispos do mundo inteiro, os presbíteros, os diáconos e todos os ministros do vosso povo.

℟.: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja!


2C: Lembrai-vos também, na vossa misericórdia, dos nossos irmãos e irmãs que adormeceram na esperança da ressurreição e de todos os que partiram desta vida; acolhei-os junto a vós na luz da vossa face.

℟.: Concedei-lhes, ó Senhor, a luz eterna!


3C: Enfim, nós vos pedimos, tende piedade de todos nós e dai-nos participar da vida eterna, com a Virgem Maria, Mãe de Deus, São José, seu esposo, os Apóstolos, (São N.: Santo do dia ou padroeiro) e todos os Santos que neste mundo viveram na vossa amizade, a fim de vos louvarmos e glorificarmos

une as mãos

por Jesus Cristo, vosso Filho.


DOXOLOGIA


Pres.: Por Cristo, com Cristo, e em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda honra e toda glória, por todos os séculos dos séculos.

O povo aclama:

℟.: Amém.


Segue o rito da comunhão.


RITO DA COMUNHÃO


ORAÇÃO DO SENHOR


Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz unindo as mãos:

Pres.: O Senhor nos comunicou o seu Espírito. Com a confiança e a liberdade de filhos, digamos juntos:

O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:

Ass.: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos daí hoje, perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.


O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:

Pres.: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto, vivendo a esperança, aguardamos a vinda de Cristo salvador.

O sacerdote une as mãos. O povo conclui a oração aclamando:

Ass.: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!


O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:

Pres.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.

O sacerdote une as mãos e conclui:

Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.

O povo responde:

Ass.: Amém.


O sacerdote, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:

Pres.: A paz do Senhor esteja sempre convosco.

O povo responde:

Ass.: O amor de Cristo nos uniu.


SAUDAÇÃO DA PAZ


Em seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote acrescenta estas palavras ou outras semelhantes:

Diác.: No Espírito de Cristo ressuscitado, saudai-vos com um sinal de paz.

E todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz e a caridade; o sacerdote saúda o diácono ou o ministro.

 

FRAÇÃO DO PÃO

(Cordeiro de Deus)


Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:

Pres.: Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos sirva para a vida eterna.


Enquanto isso, canta-se:

CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,

TENDE PIEDADE DE NÓS!


CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,

TENDE PIEDADE DE NÓS!


CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,

DAI-NOS A PAZ! DAI-NOS A PAZ!

DAI-NOS A VOSSA PAZ!



O sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:

Pres.: Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus vivo, que cumprindo a vontade do Pai e agindo com o Espírito Santo, pela vossa morte destes vida ao mundo, livrai-me dos meus pecados e de todo mal; pelo vosso Corpo e pelo vosso Sangue, dai-me cumprir sempre a vossa vontade e jamais separar-me de vós.

Ou: 

Senhor Jesus Cristo, o vosso Corpo e o vosso Sangue, que vou receber, não se tonem causa de juízo e condenação; mas, por vossa bondade, sejam sustento e remédio para a minha vida.


O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia, elevando-a sobre a patena, diz em voz alta, voltado para o povo:

Pres.: Felizes os convidados para o Banquete nupcial do Cordeiro. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.

E acrescenta, com o povo, uma só vez:

Ass.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.


O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:

Que o Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.

Comunga o Corpo de Cristo.

Depois, segura o cálice e reza em silêncio:

Que o Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.

Comunga o Sangue de Cristo.


Toma a patena ou o cibório e, mostrando a hóstia um pouco elevada aos que vão comungar e diz a cada um:

O Corpo de Cristo.

O que vai comungar responde:

Amém.

O diácono, ao distribuir a sagrada comunhão, procede do mesmo modo.


Se houver comunhão sob as duas espécies, observe-se o rito prescrito.


Enquanto o sacerdote comunga do Corpo de Cristo, faça-se a oração da comunhão espiritual e em seguida inicia-se o canto da comunhão.

 

ORAÇÃO DE COMUNHÃO ESPIRITUAL 

 

Todos: Meu Jesus, Eu creio que estais presente no Santíssimo Sacramento do Altar. Amo-vos sobre todas as coisas, e minha alma suspira por Vós. Mas como não posso receber-Vos agora no Santíssimo Sacramento, vinde, ao menos espiritualmente, ao meu coração. Abraço-me convosco come se já estivésseis comigo: uno-me Convosco inteiramente. Ah! Não permitais que torne a Separar-me de vós! Amém!


COMUNHÃO

(As promessas do Bom Pastor)



VOU SAIR PELOS PRADOS, BUSCANDO

OVELHAS QUE ESTÃO SEM PASTOR;

EU AS TRAREI COM CARINHO

DE VOLTA, SEM FOME OU TEMOR!

NOS MEUS OMBROS, OVELHAS FERIDAS

SEM DOR PODERÃO DESCANSAR.

DEVOLVEREI OS SEUS CAMPOS,

DAREI NOVAMENTE A PAZ.


SOU REI, SOU O BOM PASTOR!

VINDE AO BANQUETE QUE VOS PREPAREI,

E FOME JAMAIS TEREIS!

A QUEM VAMOS, Ó SENHOR ?

SÓ TU TENS PALAVRAS DE VIDA

E TE DÁS EM REFEIÇÃO.


— MAUS PASTORES QUE PERDEM OVELHAS

DISTANTES DE MIM OS TEREI;

NOUTRAS PASTAGENS SEGURAS,

PASTORES FIÉIS CHAMAREI.

NOVO REINO FAREI DO MEU POVO,

REBANHO SEM MAIS OPRESSÃO:

TODOS SERÃO CONDUZIDOS

À VIDA POR MINHAS MÃOS!


SOU REI, SOU O BOM PASTOR!

VINDE AO BANQUETE QUE VOS PREPAREI,

E FOME JAMAIS TEREIS!

A QUEM VAMOS, Ó SENHOR ?

SÓ TU TENS PALAVRAS DE VIDA

E TE DÁS EM REFEIÇÃO.


— SOU A PORTA SEGURA DO APRISCO,

REBANHO FELIZ EU FAREI:

DE TODO O MAL E INJUSTIÇA,

OVELHAS EU DEFENDEREI.

MERCENÁRIOS QUE FOGEM PRA LONGE,

DEIXANDO O REBANHO AO LÉU,

NÃO TERÃO PARTE COMIGO,

NO REINO QUE VEM DO CÉU.


SOU REI, SOU O BOM PASTOR!

VINDE AO BANQUETE QUE VOS PREPAREI,

E FOME JAMAIS TEREIS!

A QUEM VAMOS, Ó SENHOR ?

SÓ TU TENS PALAVRAS DE VIDA

E TE DÁS EM REFEIÇÃO.


— SE UMA OVELHA DEIXAR O MEU CAMPO

E OUTRO CAMINHO SEGUIR,

DEIXO O REBANHO SEGURO

E VOU PROCURA A INFELIZ.

AO TRAZÊ-LA HAVERÁ ALEGRIA

E OS ANJOS DO CÉU VÃO CANTAR:

SERÁ A FESTA DA VOLTA,

REBANHO VAI SE ALEGRAR.


SOU REI, SOU O BOM PASTOR!

VINDE AO BANQUETE QUE VOS PREPAREI,

E FOME JAMAIS TEREIS!

A QUEM VAMOS, Ó SENHOR ?

SÓ TU TENS PALAVRAS DE VIDA

E TE DÁS EM REFEIÇÃO.


— EU CONHEÇO AS OVELHAS QUE TENHO

E TODO O REBANHO, MINHA VOZ.

SE CHAMO, ENTÃO, PELO NOME

A OVELHA OUVIRÁ BEM VELOZ.

BUSCAREI OS CORDEIROS DISTANTES

QUE EM MIM TERÃO FORÇA E AMOR.

FAREI SOMENTE UM REBANHO,

E EU MESMO SEREI PASTOR.


SOU REI, SOU O BOM PASTOR!

VINDE AO BANQUETE QUE VOS PREPAREI,

E FOME JAMAIS TEREIS!

A QUEM VAMOS, Ó SENHOR ?

SÓ TU TENS PALAVRAS DE VIDA

E TE DÁS EM REFEIÇÃO.


ANTÍFONA DE COMUNHÃO

(Missal)


Se, porém, não se canta, a antífona que vem no Missal pode ser recitada ou pelos fiéis, ou por alguns deles, ou por um leitor, ou então pelo próprio sacerdote depois de ter comungado e antes de dar a Comunhão aos fiéis:

Ressuscitou o Bom Pastor, que deu a vida por suas ovelhas, e quis morrer pelo rebanho, aleluia!

Terminada a comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.

Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:

Fazei, Senhor, que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta dádiva temporal e transforme para nós em remédio eterno.


O sacerdote pode voltar a cadeira. É aconselhável guardar um momento de silêncio ou recitar algum salmo ou canto de louvor.


ORAÇÃO PÓS-COMUNHÃO


De pé, junto à cadeira ou ao altar, o sacerdote diz:

Pres.: Oremos.

E todos, com o presidente, rezam algum tempo de silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida o sacerdote abrindo os braços diz a oração:

Velai com solicitude, ó Bom Pastor, sobre o vosso rebanho e concedei que vivam nos prados eternos as ovelhas que remistes pelo sangue do vosso Filho. Que vive reina para sempre.

O povo aclama:

Ass.: Amém.


RITOS FINAIS


BÊNÇÃO FINAL

(Bênção Solene do Tempo da Páscoa)


Segue-se o rito de despedida. O presidente, abrindo os braços, saúda o povo:

Pres.: O Senhor esteja convosco.

O povo responde:

Ass.: Ele está no meio de nós.


O sacerdote ou diácono diz:

Sac. ou Diác.: Inclinai-vos para receber a bênção.


Em seguida, o sacerdote estende as mãos sobre o povo e reza a oração:

Pres.: Deus, que pela ressurreição do seu Filho único vos deu a graça da redenção e vos adotou como filhos e filhas, vos conceda a alegria de sua bênção.

Ass.: Amém.


Pres.: Aquele que, por sua morte, vos deu a eterna liberdade, vos conceda, por sua graça, a herança eterna.

Ass.: Amém.


Pres.: E, vivendo agora retamente, possais no céu unir-vos a Deus, para o qual, pela fé, já ressuscitastes no batismo.

Ass.: Amém.


O sacerdote abençoa o povo, dizendo:

Pres.: Abençoe-vos Deus todo-poderoso, Pai e Filho + e Espírito Santo.

Ass.: Amém.


Depois, o diácono ou o próprio presidente diz ao povo, unindo as mãos:

Diác. ou Pres.: Levai a todos a alegria do Senhor ressuscitado; ide em paz e que o Senhor vos acompanhe!

O povo responde:

Ass.: Graças a Deus!



Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita a devida reverência, retira-se com os ministros.




ANTÍFONA MARIANA

(Rainha do Céu)


RAINHA DO CÉU, ALEGRA-TE, ALELUIA;

O DEUS QUE EM TI HÁS TRAZIDO, ALELUIA;

RESSUSCITOU, COMO DISSE, ALELUIA.

ROGA A DEUS POR NÓS. ALELUIA, ALELUIA

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