terça-feira, 24 de fevereiro de 2026

PROVA LITURGICA DE GRAU MENOR

Prova de Formação em Missal Romano e Liturgia

Prova formativa. Leia com atenção e responda com simplicidade e fidelidade à liturgia da Igreja.

Questão 1

A liturgia é:

Questão 2

Quem é o sujeito principal da liturgia?

Questão 3

A Missa é sacrifício porque:

Questão 4

O Missal Romano é:

Questão 5

A Liturgia da Palavra tem como centro:

Questão 6

Explique com suas palavras o que é a liturgia.

Questão 7

Explique por que a Missa não é apenas uma lembrança da Última Ceia.

Questão 8

Para que servem os ritos iniciais da Missa?

Questão 9

Qual a importância do silêncio na liturgia?

Questão 10

O que significa dizer que a liturgia glorifica a Deus e santifica os homens?

Questão 11

Explique brevemente o que é o Próprio do Tempo.

Questão 12

Explique o que é o Próprio dos Santos.

Questão 13

Por que o celebrante deve seguir fielmente o Missal Romano?

Questão 14

O que é ars celebrandi?

Questão 15

Como a participação consciente ajuda a viver melhor a Missa?

Fim da prova. Responda com sinceridade e espírito de formação.

PROVA AVANÇADA

Prova Avançada – Formação em Missal Romano e Liturgia

Leia com atenção. Esta avaliação é formativa, teológica e cerimonial. Responda com profundidade e responsabilidade litúrgica.

Questão 1

A liturgia é corretamente definida como:

Justificativa:

Questão 2

Explique quem é o verdadeiro sujeito da liturgia.

Questão 3 – Caso Cerimonial

Durante a Missa, o celebrante altera palavras da Oração Eucarística.

Explique:

  • Se é lícito ou não
  • Qual princípio litúrgico é violado
  • Qual a postura correta do cerimoniário

Esta prova não mede apenas conhecimento, mas maturidade litúrgica, fidelidade ao Missal e consciência do Mistério celebrado.

PESSOAL (NÃO ABRIR)

 APOSTILA PESSOAL DE FORMAÇÃO AVANÇADA EM MISSAL E LITURGIA


Nível Cerimonial Profissional – Estudo Profundo, Catequético e Integral


PROPRIEDADE DE ALYSON GUILHERME 

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APRESENTAÇÃO (LEIA COM ATENÇÃO)


Este texto foi escrito para você ( ALYSON GUILHERME), como um itinerário pessoal de formação litúrgica profunda. Não é um manual rápido, nem um resumo pastoral. É uma apostila única, pensada para leitura lenta, meditativa e formativa, no nível mais alto de compreensão litúrgica, semelhante ao estudo feito por cerimoniários profissionais, mestres de cerimônias episcopais e formadores de seminário.


Aqui, a liturgia não é tratada apenas como conjunto de regras, mas como mistério vivido, compreendido e celebrado com inteligência da fé.



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1. A LITURGIA COMO REALIDADE SOBRENATURAL


A liturgia não começa no homem. Ela começa em Deus.


Antes de qualquer rito humano, existe uma realidade invisível: Cristo glorificado intercede eternamente diante do Pai. A liturgia terrena é a participação sacramental da Igreja nessa liturgia celeste.


Por isso, a liturgia:


não é criação da comunidade;


não pertence ao celebrante;


não depende do gosto pessoal;


não pode ser reinventada.



Ela é recebida, não fabricada.



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2. DEFINIÇÃO PLENA DE LITURGIA (NÍVEL EXPERT)


Liturgia é:


> A ação sagrada e pública pela qual Cristo, Sumo e Eterno Sacerdote, continua, por meio da Igreja e no Espírito Santo, a obra da nossa redenção, glorificando o Pai e santificando os homens.




Essa definição contém tudo:


Cristo é o sujeito principal;


a Igreja é o instrumento;


o Espírito Santo é o agente invisível;


o Pai é o termo final.



Toda liturgia é trinitária por essência.



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3. O MISSAL ROMANO COMO LIVRO TEOLÓGICO


O entity["book","Missal Romano","rito romano terceira edicao tipica"] não é apenas um livro funcional. Ele é um livro dogmático em forma orante.


Cada oração do Missal:


ensina a fé (lex credendi);


molda a oração (lex orandi);


educa a vida cristã (lex vivendi).



Nada ali é neutro. Cada verbo, cada adjetivo, cada pedido foi teologicamente escolhido.



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4. A MISSA: SACRIFÍCIO EM SENTIDO PLENO


A Missa é sacrifício em sentido próprio e verdadeiro, não metafórico.


Ela é:


sacrifício sacramental (modo diverso do da Cruz);


sacrifício real (não simbólico);


sacrifício único (o mesmo da Cruz);


sacrifício presente (atualizadono tempo).


No altar, não se recorda apenas a Cruz: a Cruz torna-se sacramentalmente presente.


5. ESTRUTURA INTERNA DA MISSA (LEITURA CERIMONIAL)


A Missa não é sequência de partes independentes. Ela é um organismo vivo.


Ritos Iniciais


Não servem para “começar”, mas para constituir a assembleia como sujeito litúrgico.


Liturgia da Palavra


Não é instrução bíblica, mas proclamação eficaz: Deus fala aqui e agora.


Liturgia Eucarística


Não é continuação simbólica, mas o ápice ontológico da celebração.


Ritos Finais


Não encerram, mas enviam: a Missa se prolonga na vida.


6. A ORAÇÃO EUCARÍSTICA: CENTRO ABSOLUTO


A Oração Eucarística é o momento em que:


o céu se abre;


a Igreja peregrina se une à celeste;


o Espírito Santo age com máxima intensidade sacramental.


Estrutura imutável:


Prefácio – ação de graças


Santo – aclamação celeste


Epiclese – invocação do Espírito


Instituição – palavras eficazes


Anamnese – memorial real


Oblação – oferta da Igreja


Intercessões – comunhão universal


Doxologia – glória trinitária


O cerimoniário deve saber onde está, o que está acontecendo e quem está agindo em cada momento.


7. O ANO LITÚRGICO COMO ESCOLA DE ESPIRITUALIDADE


O Ano Litúrgico forma a alma.


Ele não repete eventos: insere o fiel progressivamente no Mistério de Cristo.


Advento: desejo e vigilância


Natal: humildade da Encarnação


Quaresma: purificação


Tríduo Pascal: núcleo absoluto


Tempo Pascal: vida nova


Tempo Comum: maturidade cristã


O cerimoniário experiente percebe o tom espiritual de cada tempo e serve a ele, não o contrário.


8. PRÓPRIO DO TEMPO: PEDAGOGIA DIVINA


O Próprio do Tempo contém orações que educam a alma semana após semana.


A Igreja não escolhe palavras ao acaso. Ela guia o fiel:


no que pedir;


no que esperar;


no que converter.


Ignorar o Próprio do Tempo é empobrecer a liturgia.


9. PRÓPRIO DOS SANTOS: CRISTO VISTO NOS SEUS MEMBROS


Os santos não são exemplos morais isolados. Eles são ícones vivos da graça de Cristo.


Celebrar um santo corretamente é:


glorificar a obra de Deus;


fortalecer a esperança;


compreender a diversidade da santidade.


O uso correto do Próprio e do Comum dos Santos exige discernimento litúrgico fino.


10. RUBRICAS: OBEDIÊNCIA INTELIGENTE


Rubricas não são limitações. São proteção do Mistério.


A obediência litúrgica não é servilismo:


é ato de fé;


é comunhão com a Igreja;


é humildade diante do sagrado.


O verdadeiro especialista não improvisa: ele serve.


11. ARS CELEBRANDI (NÍVEL PROFISSIONAL)


Celebrar bem não é teatralidade.


É:


consciência interior;


clareza de gestos;


sobriedade;


silêncio fecundo;


fidelidade absoluta ao Missal.


O celebrante e o cerimoniário devem desaparecer para que Cristo apareça.


12. A LITURGIA COMO ANTECIPAÇÃO DO CÉU


Na liturgia:


o tempo é transfigurado;


a eternidade toca a história;


a Igreja já participa da glória futura.


Quem compreende isso nunca mais vê a Missa como rotina.


CONCLUSÃO FINAL (PARA VOCÊ)


Estudar profundamente o Missal e a Liturgia não é acumular informação. É converter o olhar.


A partir desse nível de compreensão:


a Missa deixa de ser costume;


torna-se mistério vivido;


escola permanente de fé;


e fonte de vida interior.


Esta apostila não termina aqui: ela deve ser relida, meditada e vivida.

PROVA FINAL COMENTADA E APLICADA


Formação Avançada e Expert em Missal Romano e Liturgia


Nível: Cerimonial profissional – avaliação integral teórica e prática

Objetivo: Examinar conhecimento estrutural, profundidade teológica, consciência espiritual e competência cerimonial concreta.



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ORIENTAÇÃO FUNDAMENTAL


Esta não é uma prova de memorização.

Cada questão exige:


precisão conceitual;


linguagem teológica correta;


clareza litúrgica;


maturidade espiritual;


aplicação prática quando solicitado.



Responda como quem exerce responsabilidade real sobre a liturgia.



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PARTE I – FUNDAMENTOS TEOLÓGICOS EXPLICADOS (OBJETIVAS COM JUSTIFICATIVA)


1. A liturgia é corretamente definida como:


A) Celebração simbólica criada pela comunidade

B) Conjunto de ritos devocionais opcionais

C) Ação sagrada de Cristo e da Igreja para glorificar o Pai e santificar os homens

D) Catequese ritualizada


Exigência: Marque a alternativa correta e explique linha por linha por que as demais estão incorretas.


Você deve demonstrar que compreende:


Por que a liturgia não nasce da comunidade;


Por que não é simples devoção;


Por que não é apenas instrumento pedagógico;


Por que Cristo é o sujeito principal.




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2. O sujeito principal da liturgia é:


A) O celebrante ordenado

B) A assembleia reunida

C) A Igreja local

D) O próprio Cristo Sumo Sacerdote


Exigência: Justifique teologicamente sua resposta usando o princípio da mediação sacramental.



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3. A Missa é sacrifício porque:


A) Recorda simbolicamente a Cruz

B) Repete o Calvário

C) Atualiza sacramentalmente o único sacrifício de Cristo

D) Representa entrega moral


Explique detalhadamente:


diferença entre repetição e atualização;


diferença entre símbolo e sacramento;


por que o sacrifício é único e eterno.




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PARTE II – ANÁLISE ESTRUTURAL LINHA POR LINHA


4. Analise a estrutura completa da Missa, explicando:


a) Ritos Iniciais


Função constitutiva da assembleia


Sentido do sinal da cruz


Dimensão trinitária da saudação


Natureza do ato penitencial



b) Liturgia da Palavra


Diferença entre leitura privada e proclamação litúrgica


Função do salmo responsorial


Hierarquia das leituras


Natureza da homilia



c) Liturgia Eucarística


Explique linha por linha:


1. Preparação das oferendas – sentido espiritual



2. Convite "Orai, irmãos" – natureza dialogal



3. Prefácio – ação de graças histórica e atual



4. Santo – inserção na liturgia celeste



5. Epiclese – ação do Espírito



6. Narrativa da instituição – eficácia sacramental



7. Anamnese – memorial real



8. Oblação – oferta da Igreja unida a Cristo



9. Intercessões – dimensão universal



10. Doxologia – ápice trinitário





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PARTE III – PRÓPRIO DO TEMPO E PRÓPRIO DOS SANTOS (ANÁLISE PROFUNDA)


5. Explique como o Próprio do Tempo forma progressivamente a espiritualidade do fiel.


Você deve abordar:


Progressividade pedagógica


Conversão interior


Harmonia entre leituras e orações


Unidade entre coleta, sobre as oferendas e pós-comunhão




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6. Explique o uso correto do Próprio dos Santos.


Inclua:


Quando usar textos próprios


Quando recorrer ao Comum


Critérios de precedência litúrgica


Erros comuns em celebrações paroquiais




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PARTE IV – CASOS PRÁTICOS CERIMONIAIS (NÍVEL PROFISSIONAL)


CASO 1 – O celebrante altera palavras da Oração Eucarística.


Perguntas:


Isso é lícito?


Qual o princípio teológico violado?


Qual deve ser a postura do cerimoniário?




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CASO 2 – Solenidade coincidindo com domingo do Tempo Comum.


Explique:


Como se determina a precedência;


Onde consultar corretamente;


Como organizar as leituras e orações.




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CASO 3 – Missa com bispo diocesano presente.


Descreva:


Ajustes cerimoniais necessários;


Uso da cátedra;


Organização dos ministros;


Diferença entre celebração com padre e com bispo.




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CASO 4 – Abuso litúrgico recorrente na paróquia.


Explique:


Critérios para identificar abuso real;


Diferença entre adaptação legítima e inovação ilícita;


Procedimento prudente e respeitoso.




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PARTE V – ARS CELEBRANDI E MATURIDADE ESPIRITUAL


7. Explique detalhadamente o que constitui verdadeira ars celebrandi.


Inclua:


Interioridade do celebrante;


Sobriedade dos gestos;


Uso correto do silêncio;


Fidelidade ao Missal;


Risco da teatralização.




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8. Desenvolva a seguinte afirmação:


> A liturgia é antecipação sacramental da eternidade.




Explique:


Relação entre tempo e eternidade;


Dimensão escatológica da Missa;


Como essa consciência transforma o modo de servir ao altar.




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QUESTÃO FINAL – SÍNTESE INTEGRAL


Redija um texto integrado respondendo:


> Como o estudo profundo do Missal e da Liturgia transforma a inteligência da fé, a prática cerimonial e a vida espiritual concreta?




Esta resposta deve demonstrar:


unidade entre teoria e prática;


maturidade espiritual;


consciência de responsabilidade eclesial;


compreensão do Mistério celebrado.




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ENCERRAMENTO


Esta prova mede não apenas conhecimento técnico, mas capacidade de servir ao Mistério com inteligência, reverência e fidelidade.


Se você responde bem esta prova, você não apenas estudou liturgia — você começou a compreendê-la profundamente.

CURSO COMPLETO SOBRE: O QUE É LITURGIA?

🎓 CURSO MAGNO DE LITURGIA CATÓLICA


Formação Integral, Teológica e Científica


PARTE I — FUNDAMENTOS ABSOLUTOS DA LITURGIA

MÓDULO 1 — O QUE É LITURGIA (DEFINIÇÃO TOTAL)

1. Etimologia e origem

A palavra liturgia vem do grego leitourgia, que significava “serviço público realizado em favor do povo”. No contexto cristão, o termo assume sentido mais profundo:

👉 é o serviço sagrado realizado por Cristo para a salvação da humanidade.

2. Definição Teológica Completa

Liturgia é:

A ação de Cristo Cabeça

Realizada no Espírito Santo

Por meio da Igreja

Para glorificar o Pai

E santificar os homens

Portanto, a liturgia é:

Trinitária

Cristológica

Pneumatológica

Eclesial

Escatológica

3. Natureza ontológica da Liturgia

A liturgia não é representação teatral.

Ela é ação sacramental real, onde o Mistério Pascal se torna presente.

MÓDULO 2 — LITURGIA NA HISTÓRIA DA SALVAÇÃO

1. Antigo Testamento

O culto veterotestamentário incluía:

Sacrifícios de expiação

Sacrifícios de comunhão

Holocausto

Páscoa judaica

Todos eram: 👉 Prefigurações do Sacrifício de Cristo.

2. Cristo como plenitude do culto

Cristo é:

Sacerdote

Altar

Vítima

Templo

Ele inaugura o culto novo e definitivo.

3. Igreja Apostólica

A “fração do pão” era:

Sacrifício

Comunhão

Ação de graças

Memorial da Páscoa


PARTE II — TEOLOGIA SACRAMENTAL COMPLETA


MÓDULO 3 — O QUE É UM SACRAMENTO (ANÁLISE PROFUNDA)

Sacramento é:

Sinal sensível e eficaz da graça, instituído por Cristo e confiado à Igreja.

Estrutura sacramental:

Matéria

Forma

Ministro

Intenção

Efeitos sacramentais:

Graça santificante

Graça atual

Caráter sacramental (em alguns)

Incorporação eclesial


MÓDULO 4 — OS SETE SACRAMENTOS (ANÁLISE INDIVIDUAL)


Cada sacramento será estudado em:

Fundamento bíblico

Desenvolvimento histórico

Estrutura ritual

Efeitos espirituais

Implicações litúrgicas

Especial destaque: A Eucaristia é:

Fonte e ápice da vida da Igreja.


PARTE III — A SANTA MISSA EM PROFUNDIDADE MÁXIMA


MÓDULO 5 — A MISSA COMO SACRIFÍCIO

A Missa:

Não repete a Cruz.

Torna presente sacramentalmente o único Sacrifício.

Natureza:

Propiciatória

Expiatória

Eucarística

Impetratória


MÓDULO 6 — ESTRUTURA DETALHADA DA MISSA


Ritos Iniciais

Função: constituir assembleia litúrgica.

Liturgia da Palavra

Cristo fala.

Liturgia Eucarística

Cristo se oferece.

Ritos Finais

Envio missionário.


MÓDULO 7 — ORAÇÃO EUCARÍSTICA (ESTUDO MÁXIMO)


Partes:

Prefácio – louvor e ação de graças

Santo – união com a liturgia celeste

Epiclese – invocação do Espírito

Narrativa da instituição – palavras eficazes

Anamnese – memorial

Oblação – oferecimento

Intercessões – comunhão eclesial

Doxologia – glorificação trinitária

Aqui ocorre a transubstanciação.


PARTE IV — O ANO LITÚRGICO (TEOLOGIA COMPLETA)


MÓDULO 8 — TEOLOGIA DO TEMPO SAGRADO

Tempo litúrgico é:

Participação no tempo redentor de Cristo.

Não é repetição simbólica. É atualização sacramental.


MÓDULO 9 — CICLO COMPLETO DO ANO


Advento

Espiritualidade:

Vigilância

Espera

Escatologia

Natal

Mistério da Encarnação.

Quaresma

Penitência, jejum, catecumenato.

Tríduo Pascal

Centro absoluto do ano.

Tempo Pascal

Alegria, Ressurreição, Espírito Santo.

Tempo Comum

Crescimento no discipulado.


PARTE V — LIVROS LITÚRGICOS


Missal Romano

Contém:

Orações presidenciais

Estrutura da Missa

Próprio do Tempo

Próprio dos Santos

Liturgia das Horas

Santificação do tempo diário.

Ritual Romano

Celebração dos demais sacramentos.

Pontifical Romano

Ritos próprios do bispo.


PARTE VI — LITURGIA DAS HORAS (ANÁLISE COMPLETA)


Finalidade:

Santificar o dia

Louvar continuamente

Unir-se à oração da Igreja universal

Dimensão cósmica: Toda a criação louva a Deus.


PARTE VII — ESPAÇO SAGRADO


Elementos:

Altar (Cristo)

Ambão (Palavra)

Sacrário (presença)

Cátedra (magistério)

Arquitetura não é estética apenas. É teologia construída.


PARTE VIII — DIREITO E OBEDIÊNCIA LITÚRGICA


A liturgia pertence à Igreja.

Ninguém:

Pode alterar textos

Pode inventar fórmulas

Pode modificar a estrutura

Obediência litúrgica é ato de comunhão.


PARTE IX — MÚSICA SACRA (ANÁLISE PROFUNDA)


Critérios:

Santidade

Beleza

Universalidade

Primazia do canto gregoriano.

Função: Servir ao rito, não substituí-lo.


PARTE X — NÍVEL AVANÇADO E ESPECIALIZAÇÃO


1. Hermenêutica da continuidade

Reforma litúrgica deve ser lida em continuidade com a tradição.

2. Comparação com ritos orientais

Bizantino Maronita Copta

Mostram diversidade legítima na unidade.

3. Desenvolvimento histórico da Liturgia Romana

Período patrístico

Idade Média

Reforma tridentina

Reforma pós-conciliar

4. Latim litúrgico

Língua oficial do rito romano. Expressa precisão teológica.

5. Teologia mística da Liturgia

A liturgia é antecipação do Céu.

Na Missa:

Céu e terra se unem.

Igreja peregrina e triunfante se encontram.

CONCLUSÃO GERAL

A Liturgia é:

Centro da Igreja

Fonte da graça

Escola de espiritualidade

Antecipação da eternidade

Conhecer profundamente a liturgia é compreender o coração do cristianismo. 

CURSO COMPLETO SOBRE O MISSAL ROMANO

 APOSTILA COMPLETA SOBRE O MISSAL ROMANO


Curso Integral de Teologia, Estrutura e Espiritualidade da Santa Missa



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APRESENTAÇÃO GERAL


Esta apostila foi elaborada como um curso completo, sistemático e progressivo sobre o Missal Romano. Seu objetivo é explicar tudo o que o Missal contém: fundamentos teológicos, história, estrutura do livro, rubricas, espiritualidade, análise das orações e aplicação prática na celebração da Santa Missa.


O curso é organizado em aulas numeradas, pensadas para estudo contínuo, como em uma formação de seminário ou escola litúrgica avançada.



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PARTE I – FUNDAMENTOS DA LITURGIA


Aula 1 – O que é Liturgia


Conceito de liturgia


Origem do termo


Liturgia como ação divina e eclesial


Liturgia e culto público



Aula 2 – A Liturgia na História da Salvação


Culto no Antigo Testamento


Sacrifícios judaicos


O sacerdócio de Cristo


A Última Ceia



Aula 3 – A Missa como Sacrifício


Natureza sacrificial da Missa


Relação com o sacrifício da Cruz


Sacrifício único e eterno



Aula 4 – A Missa como Memorial (Anamnese)


Conceito bíblico de memorial


Atualização sacramental


Diferença entre recordar e tornar presente



Aula 5 – A Missa como Banquete


Dimensão pascal


Comunhão e unidade


Antecipação do banquete eterno




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PARTE II – HISTÓRIA DO MISSAL ROMANO


Aula 6 – Os Sacramentários Antigos


Sacramentário Gelasiano


Sacramentário Gregoriano


Evolução das orações



Aula 7 – Formação do Missal Medieval


Unificação dos livros litúrgicos


Influência monástica



Aula 8 – O Missal Romano Pós-Tridentino


Contexto histórico


Estrutura e teologia


Estabilidade litúrgica



Aula 9 – A Reforma Litúrgica Moderna


Princípios gerais


Renovação pastoral


Centralidade da Palavra



Aula 10 – O Missal Romano Atual


Edições típicas


Traduções


Autoridade normativa




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PARTE III – ESTRUTURA DO LIVRO DO MISSAL


Aula 11 – Organização Geral do Missal


Instrução Geral


Ordinário da Missa


Próprios e Comuns



Aula 12 – A Instrução Geral do Missal Romano (IGMR)


Finalidade


Importância normativa


Estrutura interna



Aula 13 – O Ordinário da Missa


Partes fixas


Função pastoral



Aula 14 – Próprio do Tempo


Ano litúrgico no Missal


Orações próprias



Aula 15 – Próprio dos Santos e Comuns


Diferença entre próprio e comum


Uso prático




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PARTE IV – RITOS INICIAIS


Aula 16 – Sentido dos Ritos Iniciais


Formação da assembleia


Disposição espiritual



Aula 17 – Canto de Entrada e Procissão


Função litúrgica


Critérios de escolha



Aula 18 – Saudação Litúrgica


Fórmulas previstas


Dimensão trinitária



Aula 19 – Ato Penitencial


Finalidade


Formas possíveis


Teologia do perdão



Aula 20 – Kyrie e Glória


Origem histórica


Estrutura teológica



Aula 21 – Oração Coleta


Estrutura clássica


Conteúdo teológico




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PARTE V – LITURGIA DA PALAVRA


Aula 22 – Sentido da Liturgia da Palavra


Deus que fala ao seu povo



Aula 23 – O Lecionário


Ciclos dominicais


Leituras feriais



Aula 24 – Primeira e Segunda Leituras


Critérios de escolha


Unidade temática



Aula 25 – Salmo Responsorial


Natureza orante


Forma de execução



Aula 26 – Evangelho


Centralidade


Gestos e aclamações



Aula 27 – Homilia


Obrigatoriedade


Conteúdo e finalidade



Aula 28 – Profissão de Fé


Credos usados


Teologia trinitária



Aula 29 – Oração dos Fiéis


Estrutura


Intenções




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PARTE VI – LITURGIA EUCARÍSTICA


Aula 30 – Sentido da Liturgia Eucarística


Centro da Missa



Aula 31 – Preparação das Oferendas


Significado espiritual



Aula 32 – Oração sobre as Oferendas


Relação com o sacrifício



Aula 33 – Prefácio


Estrutura


Tipos



Aula 34 – Santo


Origem bíblica


Louvor celestial



Aula 35 – Epiclese


Invocação do Espírito Santo



Aula 36 – Narrativa da Instituição


Palavras da consagração


Presença real



Aula 37 – Anamnese e Oblação


Memória do mistério pascal



Aula 38 – Intercessões


Igreja peregrina e celeste



Aula 39 – Doxologia Final


Glória trinitária



Aula 40 – As Orações Eucarísticas


Tipos e uso


Teologia própria




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PARTE VII – RITO DA COMUNHÃO


Aula 41 – Pai-Nosso


Oração do Senhor



Aula 42 – Embolismo e Doxologia


Aula 43 – Rito da Paz


Sentido e limites



Aula 44 – Fração do Pão e Cordeiro de Deus


Aula 45 – Comunhão


Forma de comungar


Disposições necessárias



Aula 46 – Oração Pós-Comunhão



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PARTE VIII – RITOS FINAIS


Aula 47 – Avisos e Bênção


Aula 48 – Despedida


Missão do fiel no mundo




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PARTE IX – ANO LITÚRGICO


Aula 49 – Estrutura do Ano Litúrgico


Aula 50 – Advento


Aula 51 – Natal


Aula 52 – Quaresma


Aula 53 – Tríduo Pascal


Aula 54 – Tempo Pascal


Aula 55 – Tempo Comum



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PARTE X – RUBRICAS E SIMBOLOGIA


Aula 56 – Gestos Litúrgicos


Aula 57 – Posturas Corporais


Aula 58 – Incenso e Água


Aula 59 – Paramentos e Cores Litúrgicas


Aula 60 – Objetos Sagrados



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PARTE XI – MISSAS ESPECIAIS


Aula 61 – Missas Rituais


Aula 62 – Missas Votivas


Aula 63 – Missas para Diversas Necessidades


Aula 64 – Missas dos Defuntos



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PARTE XII – ESPIRITUALIDADE E ARS CELEBRANDI


Aula 65 – Espiritualidade do Celebrante


Aula 66 – Participação Ativa dos Fiéis


Aula 67 – Silêncio Litúrgico


Aula 68 – Fidelidade ao Missal



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CONCLUSÃO GERAL


Esta apostila fornece uma formação integral sobre o Missal Romano, capacitando o estudante a compreender, celebrar e viver profundamente o Mistério Eucarístico conforme a mente da Igreja.

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026

RITO DE BENÇÃO DO SINO

BENÇÃO DE SINO

POR ALYSON GUILHERME ALVES DE SOUSA 


                 CELEBRAÇÃO DA BÊNÇÃO

                         RITOS INICIAIS


Reunida a assembleia, é conveniente cantar um cântico apropriado. Terminado o cântico, o celebrante diz:

Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.

Todos se benzem e respondem:

Amém.

Depois o celebrante saúda os presentes, dizendo:

A graça de Nosso Senhor Jesus Cristo, o amor do Pai, que nos reúne na sua Igreja, e a comunhão do Espírito Santo, estejam convosco.

ou outras palavras apropriadas, de preferência tomadas da Sagrada Escritura. O povo responde:

Bendito seja Deus, que nos reuniu no amor de Cristo.

ou de outro modo apropriado.

Então o celebrante dirige umas breves palavras aos fiéis, preparando-os para a celebração e explicando o seu significado. Poderá fazê-lo com estas palavras ou outras semelhantes:

Hoje é para nós um dia de festa, porque esta igreja é dotada de novos sinos, o que nos dá uma ocasião oportuna para bendizer a Deus nesta celebração. De facto, os sinos estão de certo modo intimamente relacionados com a vida do povo de Deus: o toque dos sinos assinala os tempos de oração, reúne o povo para as celebrações litúrgicas, adverte os fiéis quando se dá um acontecimento importante que é motivo de alegria ou de tristeza para esta parcela da Igreja (esta cidade; esta povoação) ou para alguns dos seus fiéis.

Participemos com sincera devoção neste rito sagrado, para que, durante toda a nossa vida, ao ouvirmos o som dos sinos, recordemos que formamos todos uma só família e, obedecendo ao seu chamamento, nos reunamos todos, como sinal visível da nossa unidade em Cristo.


LEITURA DA PALAVRA DE DEUS


O leitor ou um dos presentes ou o próprio celebrante lê um texto da Sagrada Escritura, tomado dos que a seguir se propõem:

Mc 16, 14-16.20: “Ide por todo o mundo e pregai o Evangelho a toda a criatura”


Escutai, irmãos, as palavras do santo Evangelho segundo São Marcos:


Naquele tempo, Jesus apareceu aos Onze, quando eles estavam sentados à mesa, e censurou-os pela sua incredulidade e dureza de coração, porque não acreditaram naqueles que O tinham visto ressuscitado dos mortos.

E disse-lhes: “Ide por todo o mundo e pregai o Evangelho a toda a criatura. Quem acreditar e for batizado será salvo; mas quem não acreditar será condenado”.

Eles partiram a pregar por toda a parte; e o Senhor cooperava com eles, confirmando a sua palavra com os milagres que a acompanhavam.

Ou

Num 10, 1-8.10: «Faz duas trombetas de prata»

Apêndice, pag. 591.


1 Cron 15, 11-12.25-28; 16, 1-2: «Trasladaram a arca da aliança do Senhor com grande júbilo, ao som de tubas e trombetas»

Apêndice, pag. 598.


Is 40, 1-5.9-11: «Levanta bem alto a tua voz, tu que anuncias boas novas a Jerusalém»

Apêndice, pag. 616.


Actos 2, 36-39.41-42: «A promessa é para vós e para todos os que o Senhor chamar»

Apêndice, pag. 621.


Mt 3, 1-11: «Apareceu João a pregar: Está perto o reino dos Céus»

Apêndice, pag. 651.


Mc 1, 1-8: «Uma voz clama no deserto: Preparai o caminho do Senhor»

Apêndice, pag. 657.

Conforme as circunstâncias, pode dizer-se ou cantar-se um salmo responsorial ou outro cântico apropriado:

Salmo 28 (29), 1-3.5.7-11 (R. 4a. 9b)


R. A voz do Senhor é poderosa:

no templo do Senhor todos clamam: Glória!


Tributai ao Senhor, fi lhos de Deus,

tributai ao Senhor glória e poder.

Tributai ao Senhor a glória do seu nome,

adorai o Senhor com ornamentos sagrados. R.


A voz do Senhor ressoa sobre as águas,

a majestade de Deus faz ecoar o seu trovão.

A voz do Senhor derruba os cedros,

o Senhor derruba os cedros do Líbano. R.


A voz do Senhor faz saltar chamas de fogo

a voz do Senhor abala o deserto.

A voz do Senhor retorce os carvalhos, varre as fl orestas,

e no seu templo todos clamam: Glória! R.


Sobre as águas do dilúvio senta-Se o Senhor,

o Senhor senta-Se como Rei eterno.

O Senhor dá força ao seu povo,

o Senhor abençoa o seu povo na paz. R.


ou Salmo 150, 1-5 (R. 2b)


R. Louvai o Senhor pela sua infi nita majestade.

Salmo no n. 164, pag. 64.

Conforme as circunstâncias, o celebrante faz uma breve alocução aos presentes, explicando a leitura bíblica, para que compreendam à luz da fé o significado da celebração e a finalidade dos sinos.


PRECES


Conforme as circunstâncias, segue-se a oração comum. Das invocações que a seguir se propõem, o celebrante pode escolher as que parecerem mais apropriadas ou acrescentar outras mais directamente relacionadas com as circunstâncias dos presentes e do momento.

Elevemos as nossas súplicas a Deus Pai, que quer reunir na sua Igreja todos os povos, e digamos numa só voz:


R. Reuni na vossa Igreja todos os povos da terra


Senhor nosso Deus,

que nunca deixais de nos chamar à unidade,

para que animados pelo mesmo Espírito,

percorramos o único caminho da salvação: R.


Senhor nosso Deus,

que quereis fazer de nós, vosso povo,

o testemunho perfeito da vossa presença entre os homens: R.


Senhor nosso Deus,

que nos ensinais a participar

nas tristezas e nas alegrias dos nossos irmãos,

para que a nossa caridade seja mais verdadeira: R.


Senhor nosso Deus,

que hoje encheis de alegria espiritual

a nossa assembleia (comunidade),

para que a todos anuncie o mistério da redenção: R.


Segue-se a oração de bênção, como adiante se indica.


Se não se dizem as preces, antes da oração de bênção o celebrante convida os fiéis à oração para pedir o auxílio divino, dizendo estas palavras ou outras semelhantes:


Com a nossa oração fervorosa, elevemos os nossos louvores e súplicas a Deus nosso Pai, que nos reuniu neste lugar.


Conforme as circunstâncias, todos oram em silêncio durante algum tempo.

ORAÇÃO DE BÊNÇÃO


O celebrante, de braços abertos, diz a oração de bênção:


Nós Vos bendizemos, Senhor, Pai santo, que enviastes o vosso Filho ao mundo, para que os homens, dispersos pelo pecado, fossem reunidos pelo seu sangue derramado e, formando um só rebanho sob um só pastor, por Ele fossem conduzidos e alimentados.

Escutai, Senhor, as nossas súplicas e fazei que, ao ouvirem o chamamento dos sinos, os vossos fiéis acorram à igreja com prontidão e alegria e, perseverando no ensino dos Apóstolos, na comunhão fraterna, na fracção do pão e nas orações, sejam um só coração e uma só alma, para louvor da vossa glória.

Por Nosso Senhor.

R. Amém.

Ou

Deus todo-poderoso e eterno, que desde as origens do mundo fizestes ouvir a vossa voz, convidando o homem a participar na vida divina, ensinando-lhe realidades inefáveis e apontando-lhe o caminho da salvação; Senhor, que ao vosso servo Moisés mandastes tocar as trombetas de prata para reunir o povo;

Senhor, que permitis na vossa Igreja o uso dos sinos de bronze para convidar o povo à oração: abençoai + este novo sino e fazei que todos os vossos fiéis, ao ouvirem o som da sua voz, elevem para Vós os seus corações e, participando nas alegrias e tristezas dos seus irmãos, acorram prontamente à igreja, para que aí possam sentir a presença de Cristo, escutar a vossa palavra e apresentar-Vos as suas súplicas.

Por Nosso Senhor.

R. Amém.

Depois da oração de bênção, o celebrante, conforme as circunstâncias, asperge com água benta os sinos e incensa-os. Entretanto canta-se a antífona seguinte com o salmo 149, ou outro cântico apropriado.


Ant. Cantai ao Senhor,

bendizei o seu nome. Aleluia.


Salmo 149, 1-5.9b


Cantai ao Senhor um cântico novo,

cantai ao Senhor na assembleia dos santos.

Alegre-se Israel no seu Criador,

rejubilem os filhos de Sião em seu Rei. Ant.


Louvem o seu nome com danças,

cantem ao som do tímpano e da cítara,

porque o Senhor ama o seu povo,

coroa os humildes com a vitória. Ant.


Exultem de alegria os fiéis,

cantem jubilosos em suas casas:

em sua boca os louvores de Deus.

Esta é a glória de todos os seus fiéis. Ant.


Glória ao Pai e ao Filho

e ao Espírito Santo,

como era no princípio,

agora e sempre. Amém.

  Ant.


CONCLUSÃO


O celebrante abençoa o povo, dizendo, com as mãos es tendidas sobre os fiéis:


O Senhor, que de todos os povos da terra

formou a sua Igreja una e santa,

abençoe com a sua bondade e clemência

todos vós que diligentemente aqui viestes.


R. Amém.


Na sua infinita misericórdia Ele vos conceda

que, ao serdes convocados para a igreja

pelo toque solene dos sinos,

escuteis atentamente a sua palavra.


R. Amém.


E assim, superada toda a divisão entre os irmãos,

e amando-nos uns aos outros com sincera caridade,

celebremos os sagrados mistérios num só coração e numa só alma.

R. Amém.


Abençoe-vos Deus todo-poderoso,

Pai, Filho + e Espírito Santo.


R. Amém.

sábado, 14 de fevereiro de 2026

RITO DE POSSE CANÔNICA

LIVRETO CELEBRATIVO

MISSA DE POSSE DE DOM ALYSON GUILHERME ALVES CARDEAL DE SOUSA COMO ARCEBISPO 

APARECIDA

S.s FRANCISCO II 


ARQUIDIOCESE DE APARECIDA|06.02.2026

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PROFISSÃO DE FÉ E JURAMENTO DE FIDELIDADE


Antes da Celebração Eucaristica iniciar, se reúnem o Celebrante, o cardeal que tomará Posse, o Bispo (ou cardeal) e um padre, os mesmos como testemunhas, e o cardeal que tomará Posse professa a sua fé e jura fidelidade:


O diácono ou o sacerdote responsável pelo Livro dos Evangelhos permanece à direita do cardeal, para que este possa tocar o Livro durante o juramento de fidelidade.


Eu, Dom Alyson Guilherme Alves Cardeal de Sousa, creio firmemente e professo todas e cada uma das verdades contidas no Símbolo da Fé, a saber: 

Creio em um só Deus, Pai Todo-Poderoso, criador do céu e da terra, de todas as coisas visíveis e invisíveis. Creio em um só Senhor, Jesus Cristo, Filho Unigênito de Deus, nascido do Pai antes de todos os séculos: Deus de Deus, luz da luz, Deus verdadeiro de Deus verdadeiro, gerado, não criado, consubstancial ao Pai. Por ele todas as coisas foram feitas. E por nós, homens, e para nossa salvação, desceu dos céus: e se encarnou pelo Espírito Santo, no seio da Virgem Maria, e se fez homem. Também por nós foi crucificado sob Pôncio Pilatos; padeceu e foi sepultado. Ressuscitou ao terceiro dia, conforme as Escrituras, e subiu aos céus, onde está sentado à direita do Pai. E de novo há de vir, em sua glória, para julgar os vivos e os mortos; e o seu reino não terá fim. Creio no Espírito Santo, Senhor que dá a vida, e procede do Pai e do Filho; e com o Pai e o Filho é adorado e glorificado: ele que falou pelos profetas. Creio na Igreja, una, santa, católica e apostólica. Professo um só batismo para remissão dos pecados. E espero a ressurreição dos mortos e a vida do mundo que há de vir. Amém. 

Com firme fé também creio tudo o que na palavra de Deus escrita ou transmitida se contém e que é proposto como divinamente revelada e de fé pela Igreja, quer em solene definição, quer pelo magistério ordinário e universal. Firmemente também acolho e guardo todas e cada uma das afirmações que são propostas definitivamente pela mesma Igreja, a respeito da doutrina sobre a fé e os costumes. Enfim presto minha adesão com religioso acatamento de vontade e inteligência as doutrinas enunciadas, quer pelo Romano Pontífice, quer pelo Colégio dos Bispos, ao exercer o Magistério autêntico, ainda que não sejam proclamadas por ato definitivo.


Eu, Dom Alyson Guilherme Alves Cardeal de Sousa, ao assumir o ofício de Reitor, prometo conservar sempre a comunhão com a Igreja Católica, quer em palavras por mim proferidas, quer em meu procedimento. Com grande diligência e fidelidade desempenharei os ofícios pelos quais estou ligado em função da Igreja, tanto universal, como particular, na qual, conforme as normas do direito, sou chamado a exercer meu ofício. Ao desempenhar meu ofício, que em nome da Igreja me foi conferido, guardarei integralmente o depósito da fé, que com fidelidade transmitirei e explicarei; quaisquer doutrinas, portanto, contrárias a este depósito, serão por mim evitadas. Hei de seguir e promover a disciplina comum de toda a Igreja, e acatar a observância de todas as leis eclesiásticas, sobretudo aquelas que estão contidas no Código de Direito Canônico. Com obediência cristã seguirei o que declaram os sagrados Pastores, como autênticos doutores e mestres da fé ou o que estabelecem como orientadores da Igreja, e prestarei fielmente auxílio aos Bispos Diocesanos, a fim de que a ação apostólica, a ser exercida em nome e por mandato da Igreja, se realize em comunhão com a mesma Igreja. Assim Deus me ajude e estes Santos Evangelhos, que toco com minhas mãos. 


Terminada a profissão de fé e fidelidade, o presidente e os que estavão reunidos na Sacristia vão até o ponto onde se iniciará a procissão e dão inicio a Santa Missa.


RITOS INICIAIS


CANTO DE ENTRADA


Reunido o povo, o cardeal dirige-se ao altar com os ministros, durante o canto de entrada.


Chegando ao altar e feita a devida reverência, beija-o em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa-o. Em seguida, todos dirigem-se às cadeiras.


ANTÍFONA DE ENTRADA 


Se não há cântico de entrada, recita-se a antífona:

"Alegram-se nos céus os santos que seguiram os passos de Cristo. Por seu amor derramaram o próprio sangue; por isso, com ele exultam eternamente".



SAUDAÇÃO


Terminado o canto de entrada, toda a assembleia, de pé, faz o sinal da cruz, enquanto o cardeal diz:

Pres.: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.

℟.: Amém.


O sacerdote, voltado para o povo e abrindo os braços, saúda-o:

Pres.: O Deus da esperança, que nos cumula de toda alegria e paz em nossa fé, pela ação do Espírito Santo, esteja convosco.

℟.: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.


O sacerdote, diácono ou outro ministro devidamente preparado poderá, em breves palavras, introduzir os fiéis na missa do dia.

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LEITURA DA PROVISÃO


O Chanceler ou outro sacerdote designado lê a Provisão Canônica:


Acesse o documento da Provisão aqui


Provisão Canônica 023/2026 | Dom Alyson Guilherme | Arcebispo da arquidiocese de Aparecida 

by

Dom Alyson Guilherme Alves Cardeal de Sousa 

-

fevereiro 14, 2026


CHANCELARIA ARQUIDIOCESANA 


PROVISÃO DE Arcebispo 


Arquidiocese de Aparecida 


ARCHIDIOECESIS METROPOLITANAE AB APARECIDA



Provisão Canônica de arcebispo 

023/25


Datado em 14 de Fevereiro de 2026


Sendo nosso dever de promover o bom andamento de nossa Arquidiocese designamos pastores solícitos para os diversos ofícios presente em nossa igreja particular, neste dever nomeamos por bem o eminentíssimo Dom Alyson Guilherme Alves Cardeal de Sousa como arcebispo da arquidiocese de Aparecida, presente na Região Episcopal Beato João Paulo I em nosso território Arquidiocesano de São João Del Creeper usufruindo de todos os direitos e deveres que a este encargo compete, o Pároco deverá:


1. Cuidar para que a Palavra de Deus seja integralmente anunciada. Os fieis leigos que vivem na Paróquia sejam instruídos nas verdades da Fé.

2. Procurar, com todo empenho associar a si o trabalho dos fieis, para que o anúncio do evangelho chegue a todos;

3. Cuidar para que a Eucaristia seja o centro da arquidiocese.

4. Promover as celebrações dos Sacramentos instruindo os vossos filhos nas verdades da Fé para que vivam o que recebem.

5. Promover a celebração Litúrgica devidamente preparada para que nessa não transforma abusos e ocorra da forma que deve ser feita.

6. Zelar como Bom Pastor o rebanho desta grande porção do povo de Deus, conhecendo as realidades de cada um, visitando as famílias, os enfermos, prestando serviços da caridade aos doentes, aflitos e abandonados.

7. Integrar o seu povo como membro ativo da Santa Igreja Católica concedendo-lhe o espírito de pertença.

8. Cuidar dos bens materiais da Igreja para que sejam zelador de tal forma.

9. Representar a arquidiocese em ocasiões eclesiásticas e jurídicas.

10. Prestar ajuda ao santo padre colaborando para o bom andamento da igreja em unidade com ele e todo o clero.


Que está provisão seja lida em meio ao povo na ocasião de uma Missa para que o povo tome parte dos deveres de seu pastor. Esta celebração poderá ser celebrada pelo santo padre S.s FRANCISCO II, seu auxiliar ou qualquer padre devidamente enviado pelo Ordinário local. Esta celebração deve ser lavrada em ata e devidamente assinada pelo santo padre, pelo empossado e duas testemunhas (se o número de pessoas não atingirem, deverá ter pelo menos 1 testemunha), está provisão tem validade até a revogação da mesma pelo santo padre. Este documento deverá constar no Arquivo arquidiocesano e Chancelaria a fim de arquivar.


Com a Intercessão da Mãe de Deus a senhora da Conceição 


Louvado Seja Nosso Senhor Jesus Cristo. 


Dado e Passado aos 14 dias de Fevereiro do Ano de 2026.


S.s FRANCISCO II 

Tituli di Hippo Diarrhytus

Santo padre 



DOM MATEUS GUTEMBERG CARDEAL 

Tituli di Tunnuna

DICASTERIO PARA O CLERO


DOM MAGNUS HENRIQUE LOPES

Chanceler

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ATO PENITENCIAL


Pres.: Irmãos, reconheçamos as nossas culpas para celebrarmos dignamente os santos mistérios.


Após um momento de silêncio:

Pres.: Senhor, que viestes ao mundo para nos salvar, tende piedade de nós.

℟.: Senhor, tende piedade de nós.


Pres.: Cristo, que continuamente nos visitais com a graça do vosso Espírito, tende piedade de nós.

℟.: Cristo, tende piedade de nós.


Pres.: Senhor, que vireis um dia para julgar as nossas obras, tende piedade de nós.

℟.: Senhor, tende piedade de nós.


Pres.: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.

℟.: Amém.


ORAÇÃO COLETA


Pres.: Oremos.

E todos oram em silêncio, por algum tempo. Então o cardeal abrindo os braços reza:

Ó Deus, que pelo mistério da festa de hojesantificais vossa Igreja inteira,em todos os povos e nações,derramai por toda a extensão do mundoos dons do vosso Espírito Santo,e realizai agora, no coração dos que creem em vós,as maravilhas que operastes no início da pregação do Evangelho.Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus,e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo,por todos os séculos dos séculos

℟.: Amém.


LITURGIA DA PALAVRA


PRIMEIRA LEITURA

(At 2,1-11)


Leitor: Leitura dos Atos dos Apóstolos 2,1-11


Quando chegou o dia de Pentecostes,os discípulos estavam todos reunidos no mesmo lugar.De repente, veio do céu um barulhocomo se fosse uma forte ventania,que encheu a casa onde eles se encontravam.Então apareceram línguas como de fogoque se repartiram e pousaram sobre cada um deles.Todos ficaram cheios do Espírito Santoe começaram a falar em outras línguas,conforme o Espírito os inspirava.Moravam em Jerusalém judeus devotos,de todas as nações do mundo.Quando ouviram o barulho,juntou-se a multidão, e todos ficaram confusos,pois cada um ouvia os discípulosfalar em sua própria língua.Cheios de espanto e de admiração, diziam:"Esses homens que estão falando não são todos galileus?Como é que nós os escutamos na nossa própria língua?Nós que somos partos, medos e elamitas,habitantes da Mesopotâmia, da Judeia e da Capadócia,do Ponto e da Ásia,da Frígia e da Panfília,do Egito e da parte da Líbia, próxima de Cirene,também romanos que aqui residem judeus e prosélitos, cretenses e árabes, todos nós os escutamos anunciarem as maravilhas de Deus na nossa própria língua!"

Palavra do Senhor

℟.: Graças a Deus.


Salmo responsorial 

Sl 103(104),1ab.24ac.29bc-30.31.34 (R. cf. 30)


R. Enviai o vosso Espírito, Senhor, 

e da terra toda a face renovai.


Ou: Aleluia, Aleluia, Aleluia.


Bendize, ó minha alma, ao Senhor!*Ó meu Deus e meu Senhor, como sois grande!Quão numerosas, ó Senhor, são vossas obras!*Encheu-se a terra com as vossas criaturas! R.

 

Se tirais o seu respiro, elas perecem*e voltam para o pó de onde vieram.Enviais o vosso espírito e renascem*e da terra toda a face renovais. R.


Que a glória do Senhor perdure sempre,*e alegre-se o Senhor em suas obras!Hoje seja-lhe agradável o meu canto,*pois o Senhor é a minha grande alegria! R.


                    SEGUNDA LEITURA


Fomos batizados num único Espírito

para formarmos um único corpo.


Leitura da Primeira Carta de São Paulo aos Coríntios 12,3b-7.12-13

 

Irmãos:Ninguém pode dizer:Jesus é o Senhor a não ser no Espírito Santo.Há diversidade de dons, mas um mesmo é o Espírito.Há diversidade de ministérios,mas um mesmo é o Senhor.Há diferentes atividades, mas um mesmo Deusque realiza todas as coisas em todos.A cada um é dada a manifestação do Espíritoem vista do bem comum.Como o corpo é um, embora tenha muitos membros,e como todos os membros do corpo, embora sejam muitos, formam um só corpo,assim também acontece com Cristo.De fato, todos nós, judeus ou gregos, escravos ou livres, fomos batizados num único Espírito,para formarmos um único corpo,e todos nós bebemos de um único Espírito.

Palavra do Senhor.


                              SEQUÊNCIA


Espírito de Deus,

enviai dos céus

um raio de luz!


Vinde, Pai dos pobres,

dai aos corações

vossos sete dons.


Consolo que acalma,

hóspede da alma,

doce alívio, vinde!


No labor descanso,

na aflição remanso,

no calor aragem.


Enchei, luz bendita,

chama que crepita,

o íntimo de nós!


Sem a luz que acode,

nada o homem pode,

nenhum bem há nele.


Ao sujo lavai,

ao seco regai,

curai o doente.


Dobrai o que é duro,

guiai no escuro,

o frio aquecei.


Dai à vossa Igreja,

que espera e deseja,

vossos sete dons.


Dai em prêmio ao forte

uma santa morte,

alegria eterna.

Amém.


      ENTREGA DO LIVRO DOS EVANGELHOS


Terminada a segunda leitura (ou o Salmo Responsorial), estando todos sentados. 


O novo cardeal (eleito) se coloca de joelhos diante do Presidente. 


O Diácono, ou sacerdote, que entrou com o Livro dos Evangelhos toma solenemente o Livro que esta sobre o altar e entrega ao cardeal. 


O presidente entrega o Livro dos Evangelhos ao novo cardeal (eleito), dizendo:


Pres.: Recebe este Evangelho de Cristo, do qual foste constituído mensageiro. Transforma em fé viva o que lês, ensina aquilo que crês e procura realizar o que ensinas.


CARDEAL (eleito): Dai-me a vossa bênção.


Pres.: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.


CARDEAL (eleito): Amém.


O Cardeal (eleito) fica de pé, tendo o Livro dos Evangelhos em suas mãos e sendo ladeado por dois ministros com velas.



ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO


R. Aleluia, Aleluia, Aleluia.

V. Vinde, Espírito divino,


e enchei com vossos dons os corações dos fiéis; e acendei neles o amor como um fogo abrasador!


Enquanto isso, o cardeal, quando se usa incenso, coloca-o no turíbulo. 


                             EVANGELHO


Assim como o Pai me enviou, também eu

vos envio: Recebei o Espírito Santo!


Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João 20,19-23


Ao anoitecer daquele dia, o primeiro da semana,estando fechadas, por medo dos judeus,as portas do lugar onde os discípulos se encontravam,Jesus entrou e, pondo-se no meio deles,disse: "A paz esteja convosco".Depois destas palavras, mostrou-lhes as mãos e o lado.Então os discípulos se alegraram por verem o Senhor Novamente, Jesus disse: "A paz esteja convosco.Como o Pai me enviou, também eu vos envio".E depois de ter dito isso, soprou sobre eles e disse: "Recebei o Espírito Santo.A quem perdoardes os pecados,eles lhes serão perdoados; a quem não os perdoardes, eles lhes serão retidos".

Palavra da Salvação.

℟.: Glória a vós, Senhor.


Depois beija o livro, dizendo em silêncio a oração.


HOMILIA


Em seguida, faz-se a homilia, que compete ao CARDEAL ou diácono; ela é obrigatória em todos domingos e festas de preceito e recomendada também nos outros dias.


RENOVAÇÃO DAS PROMESSAS SACERDOTAIS 


Terminada a homilia, o cardeal se senta e o novo cardeal (eleito) se coloca diante do presidente. 


Pres.: Filho caríssimo, diante do povo que será entregue aos teus cuidados, renova o propósito que prometeste na ordenação. Queres desempenhar sempre o teu encargo, como fiel cooperador da Ordem Episcopal, apascentando o rebanho do Senhor, sob a direção do Espírito Santo?

CARDEAL (eleito): Quero! 

Pres.: Queres celebrar com devoção e fidelidade os mistérios de Cristo para louvor e glória de Deus e santificação do povo cristão, segundo a tradição da Igreja? 

CARDEAL (eleito): Quero! 

Pres.: Queres unir-te cada vez mais ao Cristo, Sumo Sacerdote, que se entregou ao Pai por nós, e ser com Ele consagrado a Deus para a salvação dos homens? 

CARDEAL (eleito): Quero! 

Pres.: Queres com dignidade e sabedoria desempenhar o ministério da Palavra, proclamando o Evangelho e ensinando a fé católica? 

CARDEAL (eleito): Quero com a Graça de Deus!


O novo cardeal eleito se aproxima do cardeal, se ajoelha e põe suas mãos postas entre as do cardeal. 


Pres.: Prometes reverência e obediência a mim, e aos seus sucessores? 

CARDEAL (eleito): Prometo! 

Pres.: Deus, que inspirou este bom propósito, te conduza sempre mais à perfeição. 

CARDEAL (eleito): Amém!


ENTREGA DE SÍMBOLOS E/OU OBJETOS LITÚRGICOS REPRESENTANDO O MINISTÉRIO ASSUMIDO


Pelo corredor central entram os símbolos e/ou objetos litúrgicos que representam o ministério assumido. 


Os responsáveis, todos juntos, entram até o meio da igreja. A partir daí entra um por vez. 

Sendo que o próximo continua a caminhada somente quando o símbolo e/ou objeto litúrgico anterior já tenha sido entregue.


Entrada e entrega das chaves da igreja: 


Pres: Recebe as chaves da igreja e cuida da parte do povo de Deus que te é confiada. Desempenha com verdadeira caridade e contínua alegria a missão de arcebispo, procurando em tudo agradar a Cristo, o Bom Pastor, do qual foste constituído ministro.


Entrada e entrega do óleo dos catecúmenos: 


Pres: Recebe o óleo que será utilizado no Batismo dos novos filhos de Deus. Cuida para que a vida divina recebida neste sacramento cresça e se desenvolva sempre mais no coração dos fiéis. 


Entrada e entrega da chave do sacrário:


Pres: Lembra-te de que a Eucaristia é ápice e a fonte de todo culto e da vida cristã, em que se realiza a unidade do povo de Deus e se completa a construção do Corpo de Cristo. Por isso, recebe a chave do sacrário e zela com todo o cuidado para que a Eucaristia seja o centro de toda a ação pastoral e de toda a vida desta arquidiocese.

O presidente entrega a chave do Sacrário ao cardeal (eleito), que o abre e se ajoelha. Todos fazem adoração por alguns instantes com o cântico apropriado.


Entrada e entrega da estola roxa:


Pres: Recebe a estola roxa, veste usual para a administração do Sacramento da Penitência. Sê zeloso nesse ministério e distribui aos pecadores as riquezas da misericórdia infinita do Senhor.


DECLARAÇÃO SOLENE DE EMPOSSADO COMO ARCEBISPO E SAUDAÇÃO


(BISPO AUXILIAR): Eu, DOM MAGNUS HENRIQUE LOPES, Chanceler da Arquidiocese de Aparecida, declaro solenemente empossado como arcebispo da arquidiocese de Aparecida, o eminentíssimo Senhor Dom Alyson Guilherme Alves Cardeal de Sousa 


ACOLHIDA DO CARDEAL ELEITO


Pres: A paz esteja contigo.

CARDEAL (eleito): O amor de Cristo nos uniu.


O presidente saúda o novo arcebispo.


LITURGIA EUCARÍSTICA


PREPARAÇÃO DAS OFERENDAS


Inicia-se o canto da preparação das oferendas, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice, a pala e o Missal.


Convém que os fiéis expressem sua participação trazendo uma oferenda, seja pão e vinho para a celebração da Eucaristia, seja outro donativo para auxílio da comunidade e dos pobres.


O cardeal, de pé junto ao altar, recebe a patena com o pão em suas mãos e, levantando-a um pouco sobre o altar, diz em silêncio a oração. Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal.


O diácono ou o cardeal coloca vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio.


Em seguida, o cardeal recebe o cálice em suas mãos e, elevando-o um pouco sobre o altar, diz em silêncio a oração: depois, coloca o cálice sobre o corporal.


Em seguida o cardeal, profundamente inclinado, reza em silêncio.


E, se for oportuno, incensa as oferendas, a cruz e o altar. Depois, o diácono ou outro ministro incensa o sacerdote e o povo.


Em seguida, o sacerdote, de pé ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio a oração.


CONVITE À ORAÇÃO


Estando, depois, no meio do altar e voltado para o povo, o sacerdote estende e une as mãos e diz:

Pres.: Orai, irmãos e irmãs, para que o meu e o vosso sacrifício seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.

O povo se levanta e responde:

℟.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a santa Igreja.


ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS


Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote profere a oração sobre as oferendas;

Pres.: Pai santo, aceitai as oferendas que vos apresentamos na comemoração dos santos mártires e a nós, vossos servos e servas, concedei a graça de permanecer firmes na confissão do vosso nome. Por Cristo, nosso Senhor.

℟.: Amém.


 PREFÁCIO DO DOMINGO DE PENTECOSTES

O mistério de Pentencostes


V. O Senhor esteja convosco.

R. Ele está no meio de nós.

V. Corações ao alto.

R. O nosso coração está em Deus.

V. Demos graças ao Senhor, nosso Deus.

R. É nosso dever e nossa salvação.


Na verdade, é digno e justo,é nosso dever e salvação dar-vos graças,sempre e em todo lugar,Senhor, Pai santo,Deus eterno e todo-poderoso.Pois, para levar à plenitude o mistério pascal,derramastes hoje o Espírito Santo sobre aqueles que,em comunhão com vosso Filho Unigênito,se tornaram vossos filhos e filhas por adoção.É ele que, no início da Igreja nascente,infundiu em todos os povoso conhecimento do verdadeiro Deus e reuniu as diversas línguas na profissão de uma só fé.Por isso, transbordando de alegria pascal,a humanidade toda exulta.Mas também as forças do alto e os angélicos poderesproclamam sem fim o hino da vossa glória,cantando (dizendo) a uma só voz:


Santo, Santo, Santo,

Senhor, Deus do universo.

O céu e a terra proclamam a vossa glória.

Hosana nas alturas!

Bendito o que vem em

 nome do Senhor!

Hosana nas alturas!


SANTO



ORAÇÃO EUCARÍSTICA III


O sacerdote, de braços abertos, diz:

Pres.: Na verdade, vós sois Santo, ó Deus do universo, e tudo o que criastes proclama o vosso louvor, porque, por Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso, e pela força do Espírito Santo, dais vida e santidade a todas as coisas e não cessais de reunir para vós um povo que vos ofereça em toda parte, do nascer ao pôr do sol, um sacrifício perfeito.

O sacerdote une as mãos e as estende sobre as oferendas dizendo:

Pres.: Por isso, ó Pai, nós vos suplicamos: santificai pelo Espírito Santo as oferendas que vos apresentamos para serem consagradas

une as mãos e traça o sinal da cruz sobre o pão e o cálice ao mesmo tempo, dizendo:

a fim de que se tornem o Corpo e + o Sangue de vosso Filho, nosso Senhor Jesus Cristo 

Une as mãos

que nos mandou celebrar estes mistérios.

℟.: Enviai o vosso Espírito Santo!


Nas fórmulas que se seguem, as palavras do Senhor sejam proferidas de modo claro e audível, como requer a sua natureza.

Pres.: Na noite em que ia ser entregue,

toma o pão, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, inclina-se levemente, e prossegue:

Jesus tomou o pão, pronunciou a bênção de ação de graças, partiu e o deu a seus discípulos.

Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena, fazendo genuflexão para adorá-la.


Pres.: Do mesmo modo, no fim da Ceia,

toma o cálice nas mãos, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, inclina-se levemente, e prossegue:

ele tomou o cálice em suas mãos, pronunciou a bênção de ação de graças, e o deu a seus discípulos.

Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e faz genuflexão para adorá-lo.


Pres.: Mistério da fé para a salvação do mundo.

℟.: Salvador do mundo, salvai-nos, vós que nos libertastes pela cruz e ressurreição.


O sacerdote, de braços abertos, diz:

Pres.: Celebrando agora, ó Pai, o memorial da paixão redentora do vosso Filho, da sua gloriosa ressurreição e ascensão ao céu, e enquanto esperamos sua nova vinda, nós vos oferecemos em ação de graças este sacrifício vivo e santo.

℟.: Aceitai, ó Senhor, a nossa oferta!


Pres.: Olhai com bondade a oblação da vossa Igreja e reconhecei nela o sacrifício que nos reconciliou convosco; concedei que, alimentando-nos com o Corpo e o Sangue do vosso Filho, repletos do Espírito Santo, nos tornemos em Cristo um só corpo e um só espírito.

℟.: O Espírito nos una num só corpo!


1C: Que o mesmo Espírito faça de nós uma eterna oferenda para alcançarmos a herança com os vossos eleitos: a santíssima Virgem Maria, Mãe de Deus, São José, seu esposo, os vossos santos Apóstolos e gloriosos Mártires, (Santo do dia ou padroeiro) e todos os Santos, que não cessam de interceder phor nós na vossa presença.

℟.: Fazei de nós uma Perfeita Oferenda!


2C: Nós vos suplicamos, Senhor, que este sacrifício da nossa reconciliação estenda a paz e a salvação ao mundo inteiro. Confirmai na fé e na caridade a vossa Igreja que caminha neste mundo com o nosso em comunhão com o nosso sumo pontífice o para FRANCISCO II, arcebispo Dom Alyson Guilherme Alves Cardeal de Sousa., com os bispos do mundo inteiro, os presbíteros e diáconos, os outros ministros e o povo por vós redimido.

Atendei propício às preces desta família, que reunistes em vossa presença. Reconduzi a vós, Pai de misericórdia, todos os vossos filhos e filhas dispersos pelo mundo inteiro.

℟.: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja!


3C: Acolhei com bondade no vosso reino os nossos irmãos e irmãs que partiram desta vida e todos os que morreram na vossa amizade. Unidos a eles, esperamos também nós saciar-nos eternamente da vossa glória,

Une as mãos

por Cristo, Senhor nosso. Por ele dais ao mundo todo bem e toda graça.


DOXOLOGIA


Ergue o cálice e a patena com a hóstia, dizendo:

Pres.: Por Cristo, com Cristo, e em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda honra e toda glória, por todos os séculos dos séculos.

O povo aclama:

℟.: Amém.


ORAÇÃO DO SENHOR


Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz, de mãos unidas:

Pres.: Antes de participar do banquete da Eucaristia, sinal de reconciliação e vínculo de união fraterna, rezemos, juntos, como o Senhor nos ensinou:

O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:

℟.: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos daí hoje, perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.


O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:

Pres.: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto aguardamos a feliz esperança e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.

O sacerdote une as mãos. 

℟.: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!


O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:

Pres.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.

O sacerdote une as mãos e conclui:

Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.

℟.: Amém.


O sacerdote, voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:

Pres.: A paz do Senhor esteja sempre convosco.

℟.: O amor de Cristo nos uniu.


SAUDAÇÃO DA PAZ


Em seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote diz:

℣.: Em Jesus, que nos tornou todos irmãos e irmãs com sua cruz, saudai-vos com um sinal de reconciliação e de paz.

E, todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz, a comunhão e a caridade; o sacerdote dá a paz ao diácono e a outros ministros.

 

FRAÇÃO DO PÃO


Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio.


℟.: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.

Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.

Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.


Em seguida, o sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio.


O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia na mão e, elevando-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice, diz em voz alta, voltado para o povo:

Pres.: Eu sou o pão vivo, que desceu do céu: se alguém come deste Pão viverá eternamente. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.

℟.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.


O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio e reverentemente comunga o Corpo de Cristo.

Depois, segura o cálice e reza em silêncio; e reverentemente comunga o Sangue de Cristo.


Em seguida, toma a patena ou o cibório, aproxima-se dos que vão comungar e mostra a hóstia um pouco elevada a cada um deles, dizendo:

℣.: O Corpo de Cristo.


O que vai comungar responde:


℟.: Amém.


E comunga.


Enquanto o sacerdote comunga do Corpo de Cristo, inicia-se o canto da comunhão.


ORAÇÃO DE COMUNHÃO ESPIRITUAL 


Todos: Meu Jesus, eu creio que estais presente no Santíssimo Sacramento do Altar. Amo-vos sobre todas as coisas, e minha alma suspira por Vós. Mas como não posso receber-Vos agora no Santíssimo Sacramento, vinde, ao menos espiritualmente, ao meu coração. Abraço-me convosco come se já estivésseis comigo: uno-me convosco inteiramente. Ah! Não permitais que torne a Separar-me de vós! Amém!


COMUNHÃO


ANTÍFONA DE COMUNHÃO

(At 2, 4-11)

℣.: Todos ficaram repletos do Espírito Santo

anunciando as maravilhas de Deus, aleluia.


Terminada a Comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.


Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:


Pres.: Fazei, Senhor, que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta dádiva temporal se transforme para nós em remédio eterno.


Então o sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar algum tempo de silêncio sagrado ou proferir um salmo ou outro cântico de louvor.


ORAÇÃO DEPOIS DA COMUNHÃO


Em seguida, junto ao altar ou à cadeira, o sacerdote, de pé, voltado para o povo, diz de mãos unidas:

Pres.: Oremos.


Ó Deus, que enriqueceis a Igreja com os bens do céu,conservai-a em vossa graça,para que o dom do alto, o Espírito Santo,nela continue sendo sua força,e o alimento espiritual que recebemosaperfeiçoe em nós a obra da redenção.Por Cristo, nosso Senhor.

℟.: Amém.


LEITURA DA ATA DE POSSE 


Chanceler ou outro cardeal:


Aos que Nossa Ata chegarem, Saúde e paz!


Aos quantorze do mês de Fevereiro do ano do Senhor de dois mil e vinte e seis, sendo Sumo Pontífice Sua Santidade o Papa FRANCISCO II, nosso Arcebispo, DOM MATEUS GUTEMBERG CARDEAL na arquidiocese de Aparecida, na Região Episcopal Beato João Paulo I, às dezeseis horas, em Solene celebração Eucarística, sob a presidência de S.s Francisco II, com numerosa participação do Povo de Deus desta igreja e demais paróquias da arquidiocese; TOMOU POSSE, como ARCEBISPO, o Revmo. eminentíssimo Dom Alyson Guilherme Alves Cardeal de Sousa, nomeado em 14/02/2026, conforme provisão expedida pela Cúria Metropolitana, pelo eminentíssimo Sr. Dom Mateus Gutemberg cardeal, por tempo indeterminado, conforme as prescrições do Direito Canônico, c. 522. Após a saudação inicial da celebração, o Chanceler fez a leitura do documento de nomeação (provisão); o cardeal (eleito) prestou a Profissão de Fé e o Juramento de Fidelidade e seguiu-se a Liturgia da Palavra. Na aclamação ao evangelho recebeu das mãos do santo padre o Evangeliário e proclamou o evangelho, lembrando que uma das funções do sacerdote é o anúncio da Palavra. Na homilia o santo padre recordou as funções do cardeal na arquidiocese e dos fiéis para com o cardeal. Após a homilia, Dom Alyson Guilherme Alves Cardeal de Sousa renovou as Promessas Sacerdotais; o santo padre lhe entregou as chaves do sacrário; em seguida o santo padre o declarou empossado como arcebispo. A celebração seguiu de acordo com o rito da Santa Missa. Após a oração depois da comunhão, a Comunidade proferiu a mensagem de acolhida ao novo aecebispo, Dom Alyson Guilherme Alves Cardeal de Sousa, em seguida dirigiu suas palavras de pastor à Comunidade que lhe foi confiada ao pastoreio. O santo padre agradeceu a participação de todos, agradeceu aos padres presentes, sinal da comunhão sacerdotal (sacramental), e em proferiu a bênção sobre todos os fiéis. Nada mais havendo, lavrei a presente ata, a mesma lida e aprovada pelos presentes que assinam.


Arquidiocese de Aparecida, 14 de Fevereiro do Ano de 2026.


RITOS FINAIS


BÊNÇÃO FINAL


Se for necessário, façam-se breves comunicações ao povo.


Em seguida, faz-se a despedida. O sacerdote, voltado para o povo, abre os braços e diz:

V: O SENHOR ESTEJA CONVOSCO 

R: ELE ESTA NO MEIO DE NÓS 


Deus, o Pai das luzes,que iluminou os corações dos discípulos,derramando sobre eles o Espírito Santo,vos conceda a alegria de sua bênçãoe a plenitude dos dons do mesmo Espírito.

R. Amém.

Aquele fogo, descido de modo admirável sobre os discípulos,por seu poder purifique os vossos corações de todo male vos ilumine com o esplendor da sua luz.

R. Amém.


Aquele que na proclamação de uma só féreuniu a diversidade das línguasvos faça perseverar na mesma fé e por ela passar da esperança à plena visão.

R. Amém.


E a bênção de Deus todo-poderoso,

Pai e Filho e Espírito Santo,

desça sobre vós e permaneça para sempre.

R. Amém.


Depois, o diácono ou o próprio CARDEAL diz ao povo, unindo as mãos:


Diác. ou Pres.: Glorificai o Senhor com a vossa vida; ide em paz e que o Senhor vos acompanhe.

℟.: Graças a Deus!


Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita com os ministros a devida reverência, retira-se.




 

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026

SANTA MISSA VOTIVA AO PRECIOSISMO SANGUE DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO


                         LIVRETO CELEBRATIVO

MISSA VOTIVA AO PRECIOSISMO SANGUE DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO 

13.02.2026

POR: ALYSON GUILHERME ALVES DE SOUSA.


                                 RITOS INICIAIS

                           CANTO DE ENTRADA

Reunido o povo, o sacerdote dirige-se com os ministros ao altar, enquanto se executa o canto de entrada.

ACESSO AO CANTO AQUI

Chegando ao altar, faz com os ministros uma profunda inclinação, beija o altar em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa a cruz e o altar. Depois se dirige com os ministros à cadeira.

                       ANTÍFONA DE ENTRADA 

Se não há cântico de entrada, recita-se a antífona:

Com o vosso sangue, Senhor, remistes homens de toda tribo, língua, povo e nação, e fizestes de nós um reino de sacerdotes para o nosso Deus.

(Cf. Ap 5, 9-10)

SAUDAÇÃO

Terminado o canto de entrada, o sacerdote e os fiéis, todos de pé, fazem o sinal da cruz, enquanto o sacerdote, voltado para o povo, diz:

Pres.: In nomine Patris et Filii et Spiritus Sancti. 

O povo responde:

℟.: Amém.

Em seguida, o sacerdote, abrindo os braços, saúda o povo:

Pres.: Irmãos eleitos segundo a presciência de Deus pai, pela santificação do espírito para obedecer Jesus Cristo e participar da benção e aspersão do seu sangue, graça e paz vos sejam concedidas abundantemente.

O povo responde:

℟.: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.

O sacerdote, o diácono ou outro ministro poderá, com brevíssimas palavras, introduzir os fiéis na Missa do dia.

   ATO PENITENCIAL

O sacerdote convida os fiéis ao ato penitencial:

Pres.: No início desta celebração eucarística, peçamos a conversão do coração, fonte de reconciliação e comunhão com Deus e com os irmãos e irmãs.

confessemos os nossos pecados

Confesso a Deus todo poderoso, e a vós irmãos e irmãs e pequei muitas vezes por pensamentos e palavras atos e omissões, por minha culpa, minha culpa, minha tão grande culpa, e peço a Virgem Maria e aos anjos e aos santos e a vós irmãos e irmãs que rogueis por mim a Deus nosso senhor.

Segue-se a absolvição:

Pres.: Deus todo poderoso tenha de compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza a vida eterna. 

℟.: Amém

após o ato penitêncial pode-se cantar o (kyrie eleison), e em seguida o glória a deus nas alturas

KYRIE ELEISON ACESSO

Após o kyrie eleison um diácono ou o presidente, até mesmo um seminarista pode dizer: glória in excelsis Deo.

Então cante-se o glória a Deus nas alturas 

GLÓRIA ACESSO

                                        COLETA

Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:

Pres.: Oremos.

Ó Deus, que redimistes todos os seres humanos pelo precioso Sangue do vosso Filho Unigênito, conservai em nós a obra da vossa misericórdia, para que, celebrando sem cessar o mistério da nossa salvação, alcancemos os seus frutos. Phor nosso Senhor Jesus Cristo, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos

Ao terminar, o povo aclama:

℟.: Amém.


                        LITURGIA DA PALAVRA

 PRIMEIRA LEITURA

(Fl 2,6-11)

O leitor dirige-se ao ambão e proclama a primeira leitura, que todos ouvem sentados.

Leitura da Carta de São Paulo aos Filipenses

Jesus Cristo, existindo em condição divina, não fez do ser igual a Deus uma usurpação, mas ele esvaziou-se a si mesmo, assumindo a condição de escravo e tornando-se igual aos homens. Encontrado com aspecto humano, humilhou-se a si mesmo, fazendo-se obediente até a morte, e morte de cruz. Por isso, Deus o exaltou acima de tudo e lhe deu o Nome que está acima de todo nome. Assim, ao nome de Jesus, todo joelho se dobre no céu, na terra e abaixo da terra, e toda língua proclame: "Jesus Cristo é o Senhor" para a glória de Deus Pai.

Para indicar o fim da leitura, o leitor aclama:

Leitor: Verbum Domini.

Todos respondem:

℟.: Deo gratias.

SALMO RESPONSORIAL

SALMO ACESSO

(Salmo 30 (31)

Ó PAI, EM TUAS MÃOS EU ENTREGO O MEU ESPÍRITO. (BIS)

1. SENHOR, EU PONHO EM VÓS MINHA ESPERANÇA;QUE EU NÃO FIQUE ENVERGONHADO ETERNAMENTE!EM VOSSAS MÃOS, SENHOR, ENTREGO O MEU ESPÍRITO,PORQUE VÓS ME SALVAREIS, Ó DEUS FIEL!

Ó PAI, EM TUAS MÃOS EU ENTREGO O MEU ESPÍRITO.

2. TORNEI-ME O OPRÓBRIO DO INIMIGO,O DESPREZO E ZOMBARIA DOS VIZINHOS,E OBJETO DE PAVOR PARA OS AMIGOS;FOGEM DE MIM OS QUE ME VEEM PELA RUA.OS CORAÇÕES ME ESQUECERAM COMO UM MORTO,E TORNEI-ME COMO UM VASO ESPEDAÇADO.

Ó PAI, EM TUAS MÃOS EU ENTREGO O MEU ESPÍRITO.

3. A VÓS, PORÉM, Ó MEU SENHOR, EU ME CONFIO,E AFIRMO QUE SÓ VÓS SOIS O MEU DEUS!EU ENTREGO EM VOSSAS MÃOS O MEU DESTINO;LIBERTAI-ME DO INIMIGO E DO OPRESSOR.

Ó PAI, EM TUAS MÃOSEU ENTREGO O MEU ESPÍRITO.

4. MOSTRAI SERENA A VOSSA FACE AO VOSSO SERVO,E SALVAI-ME PELA VOSSA COMPAIXÃO!FORTALECEI OS CORAÇÕES, TENDE CORAGEM,TODOS VÓS QUE AO SENHOR VOS CONFIAIS!

Ó PAI, EM TUAS MÃOS EU ENTREGO O MEU ESPÍRITO. (BIS)


SEGUNDA LEITURA

(Hb 4,14-16; 5,7-9)

Leitura da Carta aos Hebreus

Irmãos: Temos um sumo sacerdote eminente, que entrou no céu, Jesus, o Filho de Deus. Por isso, permaneçamos firmes na fé que professamos. Com efeito, temos um sumo sacerdote capaz de se compadecer de nossas fraquezas, pois ele mesmo foi provado em tudo como nós, com exceção do pecado. Aproximemo-nos então, com toda a confiança, do trono da graça, para conseguirmos misericórdia e alcançarmos a graça de um auxílio no momento oportuno. Cristo, nos dias de sua vida terrestre, dirigiu preces e súplicas, com forte clamor e lágrimas, àquele que era capaz de salvá-lo da morte. E foi atendido, por causa de sua entrega a Deus. Mesmo sendo Filho, aprendeu o que significa a obediência a Deus por aquilo que ele sofreu. Mas, na consumação de sua vida, tornou-se causa de salvação eterna para todos os que lhe obedecem.

Para indicar o fim da leitura, o leitor aclama:

Leitor: Verbum Domini.

Todos respondem:

℟.: Deo gratias.


ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO

Todos se levantam.

℟: ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA.

℣:  Jesus Cristo a testemunha fiel, o primogênito dos mortos, amou nós e purificou-nos dos nossos pecados pelo seu sangue.

ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA.

ACLAMAÇÃO ACESSO

Enquanto isso, o sacerdote, quando se usa incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono, que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se profundamente diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:

Diác.: Dá-me a tua bênção.

O sacerdote diz em voz baixa:

Pres.: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.

O diácono faz o sinal da cruz e responde:

Diác.: Amém.

Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio.

Ó Deus todo-poderoso, purificai-me o coração e os lábios, para que eu possa anunciar dignamente o vosso santo Evangelho.

EVANGELHO

Jo 19, 31-37 )

O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e velas, e diz:

O diácono ou o sacerdote diz:

.: Dominum vosbiscum.

℟.: Et cum Spiritu tuo.

 Lectio Sancti Evangeli secumdo Ioannis

℟: Glória tibi Domini.

Como era o dia da Preparação, os judeus queriam evitar que os corpos ficassem na cruz durante o sábado, porque aquele sábado era um dia de grande solenidade. Então pediram a Pilatos que mandasse quebrar as pernas aos crucificados e os tirasse da cruz. Os soldados foram e quebraram as pernas de um e depois do outro que foram crucificados com Jesus. Ao se aproximarem de Jesus, e vendo que já estava morto, não lhe quebraram as pernas, mas um soldado abriu-lhe o lado com uma lança, e imediatamente saiu sangue e água. Aquele que viu dá testemunho, e seu testemunho é verdadeiro; ele sabe que fala a verdade, para que também vós acrediteis. Isso aconteceu para que se cumprisse a Escritura que diz: “Não quebrarão nenhum dos seus ossos”. E outra Escritura ainda diz: “Olharão para aquele que transpassaram”.

℣.: Verbum Domini.

℟.: Laus tibi, Christe.

Depois beija o livro, dizendo em silêncio a oração:

Pelas palavras do santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados.        

                   

 HOMILIA SOLENE

Preciosíssimo Sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo

Caríssimos irmãos e irmãs,

Hoje a Igreja nos reúne para contemplar um dos mistérios mais profundos da nossa redenção: o Preciosíssimo Sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo. Se a cruz é o altar do sacrifício, o sangue derramado é o preço da nossa salvação. Não fomos salvos por ouro nem por prata, nem por obras humanas, mas pelo Sangue do Filho de Deus, derramado por amor à humanidade.

A Sagrada Escritura nos ensina, especialmente na carta aos Hebreus, que Cristo entrou no santuário não com o sangue de animais, como faziam os sacerdotes antigos, mas com o seu próprio sangue, obtendo uma redenção eterna. Isso significa que o sacrifício de Cristo é perfeito, completo e definitivo. Tudo aquilo que os sacrifícios antigos apenas anunciavam, Cristo realizou plenamente na cruz.

O sangue, para o povo bíblico, é a vida. Quando Cristo derrama o seu sangue, Ele derrama a sua vida por nós. Cada gota de sangue derramada na paixão — no Horto das Oliveiras, na flagelação, na coroação de espinhos, no caminho do Calvário e na cruz — fala do amor de Deus pela humanidade. Não foi o sofrimento que nos salvou por si mesmo, mas o amor com que Cristo se ofereceu ao Pai pela nossa salvação.

E esse mistério não ficou apenas no passado. Ele se torna presente em cada Santa Missa. No altar, o mesmo sacrifício da cruz se torna presente de modo sacramental. O cálice que é consagrado não é apenas um símbolo, mas o Sangue da Nova e Eterna Aliança, derramado por nós e por todos para a remissão dos pecados. Assim, cada Missa nos coloca aos pés da cruz e diante do amor infinito de Deus.

Celebrar o Preciosíssimo Sangue de Cristo também nos lembra o valor da nossa alma. Se Cristo derramou o seu sangue por nós, então cada pessoa tem um valor infinito diante de Deus. Nenhuma vida é sem valor, nenhuma alma é esquecida por Deus, porque todas foram compradas pelo Sangue de Cristo.

Mas esse mistério também é um chamado à conversão. Não podemos receber o Sangue de Cristo e continuar vivendo como se Ele não tivesse morrido por nós. Quem foi redimido por Cristo deve viver como redimido: abandonando o pecado, praticando a caridade, vivendo na graça de Deus e caminhando na esperança da vida eterna.

Peçamos hoje que o Preciosíssimo Sangue de Cristo purifique nossas almas, fortaleça nossa fé, aumente nossa esperança e inflame nosso amor a Deus. E que um dia possamos participar da liturgia eterna no céu, onde Cristo, Cordeiro imolado, vive e reina para sempre.

Louvado seja para sempre Jesus Cristo. Amém.

Em seguida, faz-se a homilia, que compete ao sacerdote ou diácono; ela é obrigatória em todos domingos e festas de preceito e recomendada também nos outros dias.

Dize-se Creio (caso seja celebrada no domingo)

(Preces só se for para o senhor Bom Jesus dos Aflitos) (Missa)

símbolo dos Apóstolos:

Creio em Deus Pai todo-poderoso, criador do céu e da terra. E em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor, 

Às palavras seguintes até da Virgem Maria, todos se inclinam. 

que foi concebido pelo poder do Espírito Santo; nasceu da virgem Maria; padeceu sob Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado. Desceu à mansão dos mortos; ressuscitou ao terceiro dia, subiu aos céus; está sentado à direita de Deus Pai todo-poderoso, donde há de vir a julgar os vivos e os mortos. Creio no Espírito Santo; na Santa Igreja católica; na comunhão dos santos; na remissão dos pecados; na ressurreição da carne; na vida eterna. Amém. 


  PRECES

Pres.: Irmãos e irmãs, elevados pela redenção que nos foi dada no Sangue de Cristo, elevemos ao Pai nossas súplicas, confiantes no valor infinito deste sacrifício de amor.

Todos: Pelo vosso Sangue Precioso, ouvi-nos, Senhor!

Pela Santa Igreja, Para que, alimentada pelo Sangue do Cordeiro na Eucaristia, renove constantemente sua santidade e seja no mundo um sinal visível de reconciliação e paz. Rezemos ao Senhor.

Pelos Governantes, Para que o Sangue de Cristo, que clama por justiça e paz, toque os corações dos líderes das nações, afastando-os da guerra e movendo-os ao cuidado com os mais pobres. Rezemos ao Senhor.

Pelos que Sofrem, Para que todos os que carregam as marcas da dor, da doença ou do abandono, sintam o conforto do Sangue de Jesus, que cura as feridas da alma e fortalece os desanimados. Rezemos ao Senhor.

Pela nossa Comunidade, Para que, lavados pelo Sangue de Jesus no sacramento da Confissão, saibamos oferecer uns aos outros o perdão e a caridade que recebemos de Deus. Rezemos ao Senhor.

Pelos Agonizantes e Falecidos, Para que a aspersão do Sangue Redentor abra as portas do Paraíso aos nossos irmãos e irmãs que partiram, garantindo-lhes a herança eterna. Rezemos ao Senhor.

Pres.: Deus de bondade, que pelo Sangue do vosso Filho estabelecestes a Nova e Eterna Aliança, acolhei as preces do vosso povo e concedei-nos a graça de vivermos dignamente o mistério que celebramos. Por Cristo, nosso Senhor.


       LITURGIA EUCARÍSTICA

     PREPARAÇÃO DAS OFERENDAS

OFERTÓRIO ACESSO

Inicia-se o canto da preparação das oferendas, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice, a pala e o Missal.

Convém que os fiéis expressem sua participação trazendo uma oferenda, seja pão e vinho para a celebração da Eucaristia, seja outro donativo para auxílio da comunidade e dos pobres.

O sacerdote, de pé junto ao altar, recebe a patena com o pão em suas mãos e, levantando-a um pouco sobre o altar, reza em silêncio:

Pres.: Bendito sejais, senhor, Deus do universo, pelo pão que recebemos da vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano: que agora vos apresentamos e que para nós se vai tornar Pão da vida.

Se não houver canto ao ofertório o povo acrescenta a aclamação:

Ass.: Bendito seja Deus para sempre!

O diácono ou o sacerdote coloca vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio:

Pres.: Pelo mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.

Em seguida, o sacerdote recebe o cálice em suas mãos e, elevando-o um pouco sobre o altar, reza em silêncio:

Pres.: Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos da vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano: que agora vos apresentamos e que para nós se vai tornar vinho da salvação.

Ass.: Bendito seja Deus para sempre!

Coloca o cálice sobre o corporal. 

Em seguida o sacerdote, profundamente inclinado, reza em silêncio:

Pres.: De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, Senhor, nosso Deus.

E, se for oportuno, incensa as oferendas, a cruz e o altar. Depois, o diácono ou outro ministro incensa o sacerdote e o povo.

Em seguida, o sacerdote, de pé ao lado do altar, lava as mãos, rezando em silêncio:

Pres.: Lavai-me, Senhor, de minhas faltas e purificai-me de meus pecados.

CONVITE À ORAÇÃO

Estando, depois, no meio do altar e voltado para o povo, o sacerdote estende e une as mãos e diz:

Pres.: Orai, irmãos e irmãs, para que o meu e o vosso sacrifício seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.

O povo se levanta e responde:

℟.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a sua santa Igreja.

             ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS

Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote profere a oração sobre as oferendas;

Pres.: Senhor, ao apresentar-vos os dons da nossa oblação, possamos por estes mistérios aproximar-nos de Jesus, o Mediador da nova aliança, e renovar-nos pela aspersão salutar do seu Sangue. Por Cristo, nosso Senhor.

O povo aclama:

℟.: Amém.


PREFÁCIO DA PAIXÃO DO SENHOR I

(A força da Cruz)

℣.: Dominum vosbiscum.

℟.: Et cum Spiritu tuo.

℣.: Sursum corda.

℟.: Habemus ad Dominum.

℣.: Gratias agamus Domino Deo nostro.

℟.: Dignum et iustum est.

Na verdade, é digno é justo, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo o lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso. Pois, pela paixão salvadora de vosso Filho, o mundo inteiro recebeu a graça de proclamar a vossa glória; e, pela força inefável da cruz, manifestou-se o julgamento do mundo e o poder do Crucificado. Por isso, também nós, Senhor, com todos os Anjos e Santos, cheios de alegria, vos aclamamos, dizendo:

SANTO

SANTO ACESSO

Ao seu final, une as mãos e, com o povo, conclui o Prefácio, cantando ou em voz alta dizendo: 

℟.: Santo, Santo, Santo, Senhor, Deus do universo! O céu e a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!

ORAÇÃO EUCARÍSTICA II

O sacerdote, de braços abertos, diz:

Pres.: Na verdade, ó Pai, vós sois Santo, fonte de toda santidade.

Une as mãos e, estendendo-as sobre as oferendas, diz:

Pres.: Santificai, pois, estes dons, derramando sobre eles o vosso Espírito, 

une as mãos e traça o sinal da cruz, ao mesmo tempo, sobre o pão e o cálice, dizendo:

a fim de que se tornem para nós o Corpo e o Sangue de nosso Senhor Jesus Cristo. 

A assembleia aclama: 

℟.: Enviai o vosso Espírito Santo!

O relato da instituição da Eucaristia seja proferido de modo claro e audível, como requer a sua natureza.

Pres.: Estando para ser entregue e abraçando livremente a paixão,

toma o pão e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:

Jesus tomou o pão, pronunciou a bênção de ação de graças, partiu e o deu a seus discípulos.

inclina-se levemente;

Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena e genuflete em adoração. Então prossegue;

Pres.: Do mesmo modo, no fim da Ceia,

toma o cálice nas mãos e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:

ele tomou o cálice em suas mãos e, dando graças novamente, o entregou a seus discípulos. 

inclina-se levemente;

Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e genuflete em adoração.

Em seguida, diz:

Pres.: Mistério da fé!

A assembleia aclama:

℟.: Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus! 

O sacerdote, de braços abertos, diz:

Pres.: Celebrando, pois, o memorial da morte e ressurreição do vosso Filho, nós vos oferecemos, ó Pai, o Pão da vida e o Cálice da salvação; e vos agradecemos porque nos tornastes dignos de estar aqui na vossa presença e vos servir.

A assembleia aclama:

℟.: Aceitai, ó Senhor, a nossa oferta!

Pres.: Suplicantes, vos pedimos que, participando do Corpo e Sangue de Cristo, sejamos reunidos pelo Espírito Santo num só corpo.

A assembleia aclama:

℟.: O Espírito nos una num só corpo!

1C: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja que se faz presente pelo mundo inteiro;* que ela cresça na caridade, em comunhão com o Papa N.*, com o nosso (arce)Bispo N.*, os bispos do mundo inteiro, os presbíteros, os diáconos e todos os ministros do vosso povo.

(*) Aqui pode-se fazer menção dos Bispos Coadjutores ou Auxiliares, conforme vem indicado na Instrução Geral sobre o Missal Romano, n. 149.

A assembleia aclama:

℟.: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja!

2C: Lembrai-vos também, na vossa misericórdia, dos (outros) nossos irmãos e irmãs que adormeceram na esperança da ressurreição e de todos os que partiram desta vida; acolhei-os junto a vós na luz da vossa face.

A assembleia aclama:

℟.: Concedei-lhes, ó Senhor, a luz eterna!

3C: Enfim, nós vos pedimos, tende piedade de todos nós e dai-nos participar da vida eterna, com a Virgem Maria, Mãe de Deus, São José, seu esposo, os Apóstolos, (São N.: Santo do dia ou padroeiro) e todos os Santos que neste mundo viveram na vossa amizade, a fim de vos louvarmos e glorificarmos 

une as mãos 

por Jesus Cristo, vosso Filho.

DOXOLOGIA

Ergue a patena com a hóstia e o cálice, dizendo:

Pres.: Per ipsum, et chuhm ipso, et in ipso, est tibi Deo Patri omnipotenti, in unitate Spiritus Sancti, omnis honor et gloria per omnia sǽcula sæculorum.

A assembleia aclama:

℟.: Amém.

ORAÇÃO DO SENHOR

Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz, de mãos unidas:

Pres.: Praecéptis salutáribus móniti, et divína institutióne formáti, audémus dícere:

O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:

℟.: Pater noster, qui es in caelis: sanctificétur nomen tuum; advéniat regnum tuum; fiat volúntas tua, sicut in caelo, et in terra. Panem nostrum cotidiánum da nobis hódie; et dimítte nobis débita nostra, sicut et nos dimíttimus debitóribus nostris; et ne nos indúcas in tentatiónem; sed líbera nos a malo.

O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:

Pres.: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto aguardamos a feliz esperança e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.

O sacerdote une as mãos.

O povo conclui a oração, aclamando:

℟.: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre.

O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:

Pres.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.

O sacerdote une as mãos e conclui:

Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.

O povo responde:

℟.: Amém.

O sacerdote, voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:

Pres.: A paz do Senhor esteja sempre convosco.

O povo responde:

℟.: O amor de Cristo nos uniu.

SAUDAÇÃO DA PAZ

Em seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote diz:

℣.: Como filhos e filhas do Deus da paz, saudai-vos com um gesto de comunhão fraterna.

E, todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz, a comunhão e a caridade; o sacerdote dá a paz ao diácono e a outros ministros.

FRAÇÃO DO PÃO

Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio.

CORDEIRO DE DEUS ACESSO

Enquanto isso, canta-se ou recita-se:

℟.: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.

Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.

Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.

Essas palavras podem ser repetidas ainda mais vezes, se a fração do pão se prolongar. Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.

Em seguida, o sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:

Pres.: Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus vivo, que cumprindo a vontade do Pai e agindo com o Espírito Santo, pela vossa morte destes vida ao mundo, livrai-me dos meus pecados e de todo mal; pelo vosso Corpo e pelo vosso Sangue, dai-me cumprir sempre a vossa vontade e jamais separar-me de vós.

Ou: 

Senhor Jesus Cristo, o vosso Corpo e o vosso Sangue, que vou receber, não se tonem causa de juízo e condenação; mas, por vossa bondade, sejam sustento e remédio para a minha vida.

O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia na mão e, elevando-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice, diz em voz alta, voltado para o povo:

Pres.: Felizes os convidados para a Ceia do Senhor. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.

E acrescenta, com o povo, uma só vez: 

℟.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.

O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:

Pres.: Que o Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.

e reverentemente comunga o Corpo de Cristo.

Depois, segura o cálice e reza em silêncio:

Pres.: Que o Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.

 e reverentemente comunga o Sangue de Cristo.

Em seguida, toma a patena ou o cibório, aproxima-se dos que vão comungar e mostra a hóstia um pouco elevada a cada um deles, dizendo:

℣.: O Corpo de Cristo.

O que vai comungar responde:

℟.: Amém.

E comunga.

Enquanto o sacerdote comunga o Corpo de Cristo, inicia-se o canto da Comunhão.

ORAÇÃO DE COMUNHÃO ESPIRITUAL 

Todos: Meu Jesus, eu creio que estais presente no Santíssimo Sacramento do Altar. Amo-vos sobre todas as coisas, e minha alma suspira por Vós. Mas como não posso receber-Vos agora no Santíssimo Sacramento, vinde, ao menos espiritualmente, ao meu coração. Abraço-me convosco como se já estivésseis comigo: uno-me convosco inteiramente. Ah! Não permitais que torne a Separar-me de vós! Amém!


                              COMUNHÃO

COMUNHÃO ACESSO

ANTIFONA DA COMUNHÃO 

(Cf. 1Cr 10, 16)

O cálice de bênção que abençoamos é a comunhão no Sangue de Cristo; e o pão que partimos é a participação no Corpo do Senhor.

Se, porém, não se canta, a antífona que vem no Missal pode ser recitada ou pelos fiéis, ou por alguns deles, ou por um leitor, ou então pelo próprio sacerdote depois de ter comungado e antes de dar a Comunhão aos fiéis:

℣.: Agradeçam ao Senhor por seu amor e por suas maravilhas entre os homens! Deu de beber aos que sofriam tanta sede e os famintos saciou com muitos bens. 

Terminada a Comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.

Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:

Fazei, Senhor, que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta dádiva temporal e transforme para nós em remédio eterno.

Então o sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar algum tempo de silêncio sagrado ou proferir um salmo ou outro cântico de louvor.

 ORAÇÃO DEPOIS DA COMUNHÃO

Em seguida, junto ao altar ou à cadeira, o sacerdote, de pé, voltado para o povo, diz de mãos unidas:

Pres.: Oremos.

E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo em silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida, o sacerdote, de braços abertos, profere a oração Depois da comunhão.

Senhor, saciados com o alimento e a bedida da salvação, sejamos sempre banhados no Sangue do nosso Salvador que se faz para nós fonte de água que jorra para a vida eterna. Por Cristo, nosso Senhor.

Ao terminar, o povo aclama:

℟.: Amém.

RITOS FINAIS

(A Paixão do Senhor)

℣: Dominum vobiscum.

℟: Et cum Spiriu tuo.

℣: Inclinai-vos para receber a bênção.

 (Ou: O Diácono diz: Humilhai as vossas cabeças perante Deus)

℣: Deus, Pai de misericórdia, que nos deu o exemplo de amor na Paixão do seu Filho, vos conceda, pela vossa dedicação a Deus e aos irmãos, a graça de sua bênção.

℟: Amén.

℣: Que possais receber a vida eterna por Cristo, que na cruz nos livrou da morte eterna.

℟: Amén.

: Seguindo o exemplo de sua humildade, possais participar da glória de sua ressurreição.

℟: Amén.

℣: Benedícat vos omnípotens Deus, in nomine Patris + Et filius + et Spiritus Sancti + descendat super vos et maneat semper.

℟: Amén.

O sacerdote ou o diácono, de mãos juntas, despede o povo dizendo:

℣: Ite in pace.

℟: Deo gratias.

Se necessário, fazem-se breves comunicações ao povo.

após a benção caso a missa seja votiva ao senhor bom jesus dos aflitos canta-se o te deum

( Tp. TE DEUM: te Deum )

Te Deum laudamus, te Dominum confitemur.

Deus do infinito, nós te louvamos e te agradecemos a teu poder. As criaturas com seus mistérios cantam a grandeza de quem o ser. Todos os povos sonham ninive dessa esperança de encontrar a paz, Suas histórias todas aponta para o mesmo mundo onde tu estás.

Santo, santo, santo, todo poderoso é o nosso Deus. Santo, santo, santo, santo, santo, santo, todo poderoso é o nosso Deus.

Senhor Jesus Cristo, nós te louvamos e te agradecemos teu imenso amor, teu nascimento, teu sofrimento trouce vida nova onde existe amor. Nós te adoramos e acreditamos que és o Filho Santo, o nosso criador, e professamos tua verdade que a humanidade plantou tamanho amor.

Santo, santo, santo, todo poderoso é o nosso Deus. Santo, santo, santo, santo, santo, santo, todo poderoso é o nosso Deus.

Deus do infinito, teu santo espírito renova o mundo sem jamais cessar, nossa esperança nossos projetos só se realizam vamos lê falar, todo poderoso somos o teu povo que na esperança vive a caminhar, para que sejamos teu povo santo que fará no mundo teu nome e teu altar.

Santo, santo, santo, todo poderoso é o nosso Deus. Santo, santo, santo, santo, santo, santo, todo poderoso é o nosso Deus.

Santo, santo, santo, todo poderoso é o nosso Deus. Santo, santo, santo, santo, santo, santo, todo poderoso é o nosso Deus.

e após canta-se o hino ao senhor Bom Jesus dos Aflitos

( HINO: Hino ao Bom Jesus )

caso não seja para o senhor Bom Jesus dos Aflitos, canta-se o te Deum como canto de saída.

LIVRETO CELEBRATIVO SEGUNDA-FEIRA DA 10° SEMANA DO TEMPO COMUM

LIVRETO CELEBRATIVO SEGUNDA-FEIRA DA 10° SEMANA DO TEMPO COMUM 08 .06.2026 RITOS INICIAIS CANTO DE ENTRADA Reunido o povo, o sacerdote dirig...