LIVRETO CELEBRATIVO
MISSA VOTIVA AO PRECIOSISMO SANGUE DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO
13.02.2026
POR: ALYSON GUILHERME ALVES DE SOUSA.
RITOS INICIAIS
CANTO DE ENTRADA
Reunido o povo, o sacerdote dirige-se com os ministros ao altar, enquanto se executa o canto de entrada.
Chegando ao altar, faz com os ministros uma profunda inclinação, beija o altar em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa a cruz e o altar. Depois se dirige com os ministros à cadeira.
ANTÍFONA DE ENTRADA
Se não há cântico de entrada, recita-se a antífona:
Com o vosso sangue, Senhor, remistes homens de toda tribo, língua, povo e nação, e fizestes de nós um reino de sacerdotes para o nosso Deus.
(Cf. Ap 5, 9-10)
SAUDAÇÃO
Terminado o canto de entrada, o sacerdote e os fiéis, todos de pé, fazem o sinal da cruz, enquanto o sacerdote, voltado para o povo, diz:
Pres.: In nomine Patris et Filii et Spiritus Sancti.
O povo responde:
℟.: Amém.
Em seguida, o sacerdote, abrindo os braços, saúda o povo:
Pres.: Irmãos eleitos segundo a presciência de Deus pai, pela santificação do espírito para obedecer Jesus Cristo e participar da benção e aspersão do seu sangue, graça e paz vos sejam concedidas abundantemente.
O povo responde:
℟.: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.
O sacerdote, o diácono ou outro ministro poderá, com brevíssimas palavras, introduzir os fiéis na Missa do dia.
ATO PENITENCIAL
O sacerdote convida os fiéis ao ato penitencial:
Pres.: No início desta celebração eucarística, peçamos a conversão do coração, fonte de reconciliação e comunhão com Deus e com os irmãos e irmãs.
confessemos os nossos pecados
Confesso a Deus todo poderoso, e a vós irmãos e irmãs e pequei muitas vezes por pensamentos e palavras atos e omissões, por minha culpa, minha culpa, minha tão grande culpa, e peço a Virgem Maria e aos anjos e aos santos e a vós irmãos e irmãs que rogueis por mim a Deus nosso senhor.
Segue-se a absolvição:
Pres.: Deus todo poderoso tenha de compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza a vida eterna.
℟.: Amém
após o ato penitêncial pode-se cantar o (kyrie eleison), e em seguida o glória a deus nas alturas
Após o kyrie eleison um diácono ou o presidente, até mesmo um seminarista pode dizer: glória in excelsis Deo.
Então cante-se o glória a Deus nas alturas
COLETA
Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:
Pres.: Oremos.
Ó Deus, que redimistes todos os seres humanos pelo precioso Sangue do vosso Filho Unigênito, conservai em nós a obra da vossa misericórdia, para que, celebrando sem cessar o mistério da nossa salvação, alcancemos os seus frutos. Phor nosso Senhor Jesus Cristo, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos
Ao terminar, o povo aclama:
℟.: Amém.
LITURGIA DA PALAVRA
PRIMEIRA LEITURA
(Fl 2,6-11)
O leitor dirige-se ao ambão e proclama a primeira leitura, que todos ouvem sentados.
Leitura da Carta de São Paulo aos Filipenses
Jesus Cristo, existindo em condição divina, não fez do ser igual a Deus uma usurpação, mas ele esvaziou-se a si mesmo, assumindo a condição de escravo e tornando-se igual aos homens. Encontrado com aspecto humano, humilhou-se a si mesmo, fazendo-se obediente até a morte, e morte de cruz. Por isso, Deus o exaltou acima de tudo e lhe deu o Nome que está acima de todo nome. Assim, ao nome de Jesus, todo joelho se dobre no céu, na terra e abaixo da terra, e toda língua proclame: "Jesus Cristo é o Senhor" para a glória de Deus Pai.
Para indicar o fim da leitura, o leitor aclama:
Leitor: Verbum Domini.
Todos respondem:
℟.: Deo gratias.
SALMO RESPONSORIAL
(Salmo 30 (31)
Ó PAI, EM TUAS MÃOS EU ENTREGO O MEU ESPÍRITO. (BIS)
1. SENHOR, EU PONHO EM VÓS MINHA ESPERANÇA;QUE EU NÃO FIQUE ENVERGONHADO ETERNAMENTE!EM VOSSAS MÃOS, SENHOR, ENTREGO O MEU ESPÍRITO,PORQUE VÓS ME SALVAREIS, Ó DEUS FIEL!
Ó PAI, EM TUAS MÃOS EU ENTREGO O MEU ESPÍRITO.
2. TORNEI-ME O OPRÓBRIO DO INIMIGO,O DESPREZO E ZOMBARIA DOS VIZINHOS,E OBJETO DE PAVOR PARA OS AMIGOS;FOGEM DE MIM OS QUE ME VEEM PELA RUA.OS CORAÇÕES ME ESQUECERAM COMO UM MORTO,E TORNEI-ME COMO UM VASO ESPEDAÇADO.
Ó PAI, EM TUAS MÃOS EU ENTREGO O MEU ESPÍRITO.
3. A VÓS, PORÉM, Ó MEU SENHOR, EU ME CONFIO,E AFIRMO QUE SÓ VÓS SOIS O MEU DEUS!EU ENTREGO EM VOSSAS MÃOS O MEU DESTINO;LIBERTAI-ME DO INIMIGO E DO OPRESSOR.
Ó PAI, EM TUAS MÃOSEU ENTREGO O MEU ESPÍRITO.
4. MOSTRAI SERENA A VOSSA FACE AO VOSSO SERVO,E SALVAI-ME PELA VOSSA COMPAIXÃO!FORTALECEI OS CORAÇÕES, TENDE CORAGEM,TODOS VÓS QUE AO SENHOR VOS CONFIAIS!
Ó PAI, EM TUAS MÃOS EU ENTREGO O MEU ESPÍRITO. (BIS)
SEGUNDA LEITURA
(Hb 4,14-16; 5,7-9)
Leitura da Carta aos Hebreus
Irmãos: Temos um sumo sacerdote eminente, que entrou no céu, Jesus, o Filho de Deus. Por isso, permaneçamos firmes na fé que professamos. Com efeito, temos um sumo sacerdote capaz de se compadecer de nossas fraquezas, pois ele mesmo foi provado em tudo como nós, com exceção do pecado. Aproximemo-nos então, com toda a confiança, do trono da graça, para conseguirmos misericórdia e alcançarmos a graça de um auxílio no momento oportuno. Cristo, nos dias de sua vida terrestre, dirigiu preces e súplicas, com forte clamor e lágrimas, àquele que era capaz de salvá-lo da morte. E foi atendido, por causa de sua entrega a Deus. Mesmo sendo Filho, aprendeu o que significa a obediência a Deus por aquilo que ele sofreu. Mas, na consumação de sua vida, tornou-se causa de salvação eterna para todos os que lhe obedecem.
Para indicar o fim da leitura, o leitor aclama:
Leitor: Verbum Domini.
Todos respondem:
℟.: Deo gratias.
ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO
Todos se levantam.
℟: ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA.
℣: Jesus Cristo a testemunha fiel, o primogênito dos mortos, amou nós e purificou-nos dos nossos pecados pelo seu sangue.
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA.
Enquanto isso, o sacerdote, quando se usa incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono, que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se profundamente diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
Diác.: Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:
Pres.: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho ✠ e do Espírito Santo.
O diácono faz o sinal da cruz e responde:
Diác.: Amém.
Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio.
Ó Deus todo-poderoso, purificai-me o coração e os lábios, para que eu possa anunciar dignamente o vosso santo Evangelho.
EVANGELHO
( Jo 19, 31-37 )
O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e velas, e diz:
O diácono ou o sacerdote diz:
℣.: Dominum vosbiscum.
℟.: Et cum Spiritu tuo.
✠ Lectio Sancti Evangeli secumdo Ioannis
℟: Glória tibi Domini.
Como era o dia da Preparação, os judeus queriam evitar que os corpos ficassem na cruz durante o sábado, porque aquele sábado era um dia de grande solenidade. Então pediram a Pilatos que mandasse quebrar as pernas aos crucificados e os tirasse da cruz. Os soldados foram e quebraram as pernas de um e depois do outro que foram crucificados com Jesus. Ao se aproximarem de Jesus, e vendo que já estava morto, não lhe quebraram as pernas, mas um soldado abriu-lhe o lado com uma lança, e imediatamente saiu sangue e água. Aquele que viu dá testemunho, e seu testemunho é verdadeiro; ele sabe que fala a verdade, para que também vós acrediteis. Isso aconteceu para que se cumprisse a Escritura que diz: “Não quebrarão nenhum dos seus ossos”. E outra Escritura ainda diz: “Olharão para aquele que transpassaram”.
℣.: Verbum Domini.
℟.: Laus tibi, Christe.
Depois beija o livro, dizendo em silêncio a oração:
Pelas palavras do santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados.
HOMILIA SOLENE
Preciosíssimo Sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo
Caríssimos irmãos e irmãs,
Hoje a Igreja nos reúne para contemplar um dos mistérios mais profundos da nossa redenção: o Preciosíssimo Sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo. Se a cruz é o altar do sacrifício, o sangue derramado é o preço da nossa salvação. Não fomos salvos por ouro nem por prata, nem por obras humanas, mas pelo Sangue do Filho de Deus, derramado por amor à humanidade.
A Sagrada Escritura nos ensina, especialmente na carta aos Hebreus, que Cristo entrou no santuário não com o sangue de animais, como faziam os sacerdotes antigos, mas com o seu próprio sangue, obtendo uma redenção eterna. Isso significa que o sacrifício de Cristo é perfeito, completo e definitivo. Tudo aquilo que os sacrifícios antigos apenas anunciavam, Cristo realizou plenamente na cruz.
O sangue, para o povo bíblico, é a vida. Quando Cristo derrama o seu sangue, Ele derrama a sua vida por nós. Cada gota de sangue derramada na paixão — no Horto das Oliveiras, na flagelação, na coroação de espinhos, no caminho do Calvário e na cruz — fala do amor de Deus pela humanidade. Não foi o sofrimento que nos salvou por si mesmo, mas o amor com que Cristo se ofereceu ao Pai pela nossa salvação.
E esse mistério não ficou apenas no passado. Ele se torna presente em cada Santa Missa. No altar, o mesmo sacrifício da cruz se torna presente de modo sacramental. O cálice que é consagrado não é apenas um símbolo, mas o Sangue da Nova e Eterna Aliança, derramado por nós e por todos para a remissão dos pecados. Assim, cada Missa nos coloca aos pés da cruz e diante do amor infinito de Deus.
Celebrar o Preciosíssimo Sangue de Cristo também nos lembra o valor da nossa alma. Se Cristo derramou o seu sangue por nós, então cada pessoa tem um valor infinito diante de Deus. Nenhuma vida é sem valor, nenhuma alma é esquecida por Deus, porque todas foram compradas pelo Sangue de Cristo.
Mas esse mistério também é um chamado à conversão. Não podemos receber o Sangue de Cristo e continuar vivendo como se Ele não tivesse morrido por nós. Quem foi redimido por Cristo deve viver como redimido: abandonando o pecado, praticando a caridade, vivendo na graça de Deus e caminhando na esperança da vida eterna.
Peçamos hoje que o Preciosíssimo Sangue de Cristo purifique nossas almas, fortaleça nossa fé, aumente nossa esperança e inflame nosso amor a Deus. E que um dia possamos participar da liturgia eterna no céu, onde Cristo, Cordeiro imolado, vive e reina para sempre.
Louvado seja para sempre Jesus Cristo. Amém.
Em seguida, faz-se a homilia, que compete ao sacerdote ou diácono; ela é obrigatória em todos domingos e festas de preceito e recomendada também nos outros dias.
Dize-se Creio (caso seja celebrada no domingo)
(Preces só se for para o senhor Bom Jesus dos Aflitos) (Missa)
símbolo dos Apóstolos:
Creio em Deus Pai todo-poderoso, criador do céu e da terra. E em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor,
Às palavras seguintes até da Virgem Maria, todos se inclinam.
que foi concebido pelo poder do Espírito Santo; nasceu da virgem Maria; padeceu sob Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado. Desceu à mansão dos mortos; ressuscitou ao terceiro dia, subiu aos céus; está sentado à direita de Deus Pai todo-poderoso, donde há de vir a julgar os vivos e os mortos. Creio no Espírito Santo; na Santa Igreja católica; na comunhão dos santos; na remissão dos pecados; na ressurreição da carne; na vida eterna. Amém.
PRECES
Pres.: Irmãos e irmãs, elevados pela redenção que nos foi dada no Sangue de Cristo, elevemos ao Pai nossas súplicas, confiantes no valor infinito deste sacrifício de amor.
Todos: Pelo vosso Sangue Precioso, ouvi-nos, Senhor!
Pela Santa Igreja, Para que, alimentada pelo Sangue do Cordeiro na Eucaristia, renove constantemente sua santidade e seja no mundo um sinal visível de reconciliação e paz. Rezemos ao Senhor.
Pelos Governantes, Para que o Sangue de Cristo, que clama por justiça e paz, toque os corações dos líderes das nações, afastando-os da guerra e movendo-os ao cuidado com os mais pobres. Rezemos ao Senhor.
Pelos que Sofrem, Para que todos os que carregam as marcas da dor, da doença ou do abandono, sintam o conforto do Sangue de Jesus, que cura as feridas da alma e fortalece os desanimados. Rezemos ao Senhor.
Pela nossa Comunidade, Para que, lavados pelo Sangue de Jesus no sacramento da Confissão, saibamos oferecer uns aos outros o perdão e a caridade que recebemos de Deus. Rezemos ao Senhor.
Pelos Agonizantes e Falecidos, Para que a aspersão do Sangue Redentor abra as portas do Paraíso aos nossos irmãos e irmãs que partiram, garantindo-lhes a herança eterna. Rezemos ao Senhor.
Pres.: Deus de bondade, que pelo Sangue do vosso Filho estabelecestes a Nova e Eterna Aliança, acolhei as preces do vosso povo e concedei-nos a graça de vivermos dignamente o mistério que celebramos. Por Cristo, nosso Senhor.
LITURGIA EUCARÍSTICA
PREPARAÇÃO DAS OFERENDAS
Inicia-se o canto da preparação das oferendas, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice, a pala e o Missal.
Convém que os fiéis expressem sua participação trazendo uma oferenda, seja pão e vinho para a celebração da Eucaristia, seja outro donativo para auxílio da comunidade e dos pobres.
O sacerdote, de pé junto ao altar, recebe a patena com o pão em suas mãos e, levantando-a um pouco sobre o altar, reza em silêncio:
Pres.: Bendito sejais, senhor, Deus do universo, pelo pão que recebemos da vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano: que agora vos apresentamos e que para nós se vai tornar Pão da vida.
Se não houver canto ao ofertório o povo acrescenta a aclamação:
Ass.: Bendito seja Deus para sempre!
O diácono ou o sacerdote coloca vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio:
Pres.: Pelo mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.
Em seguida, o sacerdote recebe o cálice em suas mãos e, elevando-o um pouco sobre o altar, reza em silêncio:
Pres.: Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos da vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano: que agora vos apresentamos e que para nós se vai tornar vinho da salvação.
Ass.: Bendito seja Deus para sempre!
Coloca o cálice sobre o corporal.
Em seguida o sacerdote, profundamente inclinado, reza em silêncio:
Pres.: De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, Senhor, nosso Deus.
E, se for oportuno, incensa as oferendas, a cruz e o altar. Depois, o diácono ou outro ministro incensa o sacerdote e o povo.
Em seguida, o sacerdote, de pé ao lado do altar, lava as mãos, rezando em silêncio:
Pres.: Lavai-me, Senhor, de minhas faltas e purificai-me de meus pecados.
CONVITE À ORAÇÃO
Estando, depois, no meio do altar e voltado para o povo, o sacerdote estende e une as mãos e diz:
Pres.: Orai, irmãos e irmãs, para que o meu e o vosso sacrifício seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
O povo se levanta e responde:
℟.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a sua santa Igreja.
ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS
Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote profere a oração sobre as oferendas;
Pres.: Senhor, ao apresentar-vos os dons da nossa oblação, possamos por estes mistérios aproximar-nos de Jesus, o Mediador da nova aliança, e renovar-nos pela aspersão salutar do seu Sangue. Por Cristo, nosso Senhor.
O povo aclama:
℟.: Amém.
PREFÁCIO DA PAIXÃO DO SENHOR I
(A força da Cruz)
℣.: Dominum vosbiscum.
℟.: Et cum Spiritu tuo.
℣.: Sursum corda.
℟.: Habemus ad Dominum.
℣.: Gratias agamus Domino Deo nostro.
℟.: Dignum et iustum est.
Na verdade, é digno é justo, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo o lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso. Pois, pela paixão salvadora de vosso Filho, o mundo inteiro recebeu a graça de proclamar a vossa glória; e, pela força inefável da cruz, manifestou-se o julgamento do mundo e o poder do Crucificado. Por isso, também nós, Senhor, com todos os Anjos e Santos, cheios de alegria, vos aclamamos, dizendo:
SANTO
Ao seu final, une as mãos e, com o povo, conclui o Prefácio, cantando ou em voz alta dizendo:
℟.: Santo, Santo, Santo, Senhor, Deus do universo! O céu e a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!
ORAÇÃO EUCARÍSTICA II
O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Na verdade, ó Pai, vós sois Santo, fonte de toda santidade.
Une as mãos e, estendendo-as sobre as oferendas, diz:
Pres.: Santificai, pois, estes dons, derramando sobre eles o vosso Espírito,
une as mãos e traça o sinal da cruz, ao mesmo tempo, sobre o pão e o cálice, dizendo:
a fim de que se tornem para nós o Corpo e ✠ o Sangue de nosso Senhor Jesus Cristo.
A assembleia aclama:
℟.: Enviai o vosso Espírito Santo!
O relato da instituição da Eucaristia seja proferido de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Pres.: Estando para ser entregue e abraçando livremente a paixão,
toma o pão e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
Jesus tomou o pão, pronunciou a bênção de ação de graças, partiu e o deu a seus discípulos.
inclina-se levemente;
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena e genuflete em adoração. Então prossegue;
Pres.: Do mesmo modo, no fim da Ceia,
toma o cálice nas mãos e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
ele tomou o cálice em suas mãos e, dando graças novamente, o entregou a seus discípulos.
inclina-se levemente;
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e genuflete em adoração.
Em seguida, diz:
Pres.: Mistério da fé!
A assembleia aclama:
℟.: Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!
O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Celebrando, pois, o memorial da morte e ressurreição do vosso Filho, nós vos oferecemos, ó Pai, o Pão da vida e o Cálice da salvação; e vos agradecemos porque nos tornastes dignos de estar aqui na vossa presença e vos servir.
A assembleia aclama:
℟.: Aceitai, ó Senhor, a nossa oferta!
Pres.: Suplicantes, vos pedimos que, participando do Corpo e Sangue de Cristo, sejamos reunidos pelo Espírito Santo num só corpo.
A assembleia aclama:
℟.: O Espírito nos una num só corpo!
1C: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja que se faz presente pelo mundo inteiro;* que ela cresça na caridade, em comunhão com o Papa N.*, com o nosso (arce)Bispo N.*, os bispos do mundo inteiro, os presbíteros, os diáconos e todos os ministros do vosso povo.
(*) Aqui pode-se fazer menção dos Bispos Coadjutores ou Auxiliares, conforme vem indicado na Instrução Geral sobre o Missal Romano, n. 149.
A assembleia aclama:
℟.: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja!
2C: Lembrai-vos também, na vossa misericórdia, dos (outros) nossos irmãos e irmãs que adormeceram na esperança da ressurreição e de todos os que partiram desta vida; acolhei-os junto a vós na luz da vossa face.
A assembleia aclama:
℟.: Concedei-lhes, ó Senhor, a luz eterna!
3C: Enfim, nós vos pedimos, tende piedade de todos nós e dai-nos participar da vida eterna, com a Virgem Maria, Mãe de Deus, São José, seu esposo, os Apóstolos, (São N.: Santo do dia ou padroeiro) e todos os Santos que neste mundo viveram na vossa amizade, a fim de vos louvarmos e glorificarmos
une as mãos
por Jesus Cristo, vosso Filho.
DOXOLOGIA
Ergue a patena com a hóstia e o cálice, dizendo:
Pres.: Per ipsum, et chuhm ipso, et in ipso, est tibi Deo Patri omnipotenti, in unitate Spiritus Sancti, omnis honor et gloria per omnia sǽcula sæculorum.
A assembleia aclama:
℟.: Amém.
ORAÇÃO DO SENHOR
Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz, de mãos unidas:
Pres.: Praecéptis salutáribus móniti, et divína institutióne formáti, audémus dícere:
O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
℟.: Pater noster, qui es in caelis: sanctificétur nomen tuum; advéniat regnum tuum; fiat volúntas tua, sicut in caelo, et in terra. Panem nostrum cotidiánum da nobis hódie; et dimítte nobis débita nostra, sicut et nos dimíttimus debitóribus nostris; et ne nos indúcas in tentatiónem; sed líbera nos a malo.
O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres.: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto aguardamos a feliz esperança e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.
O sacerdote une as mãos.
O povo conclui a oração, aclamando:
℟.: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre.
O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
O povo responde:
℟.: Amém.
O sacerdote, voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres.: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
O povo responde:
℟.: O amor de Cristo nos uniu.
SAUDAÇÃO DA PAZ
Em seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote diz:
℣.: Como filhos e filhas do Deus da paz, saudai-vos com um gesto de comunhão fraterna.
E, todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz, a comunhão e a caridade; o sacerdote dá a paz ao diácono e a outros ministros.
FRAÇÃO DO PÃO
Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio.
Enquanto isso, canta-se ou recita-se:
℟.: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.
Essas palavras podem ser repetidas ainda mais vezes, se a fração do pão se prolongar. Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.
Em seguida, o sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus vivo, que cumprindo a vontade do Pai e agindo com o Espírito Santo, pela vossa morte destes vida ao mundo, livrai-me dos meus pecados e de todo mal; pelo vosso Corpo e pelo vosso Sangue, dai-me cumprir sempre a vossa vontade e jamais separar-me de vós.
Ou:
Senhor Jesus Cristo, o vosso Corpo e o vosso Sangue, que vou receber, não se tonem causa de juízo e condenação; mas, por vossa bondade, sejam sustento e remédio para a minha vida.
O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia na mão e, elevando-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice, diz em voz alta, voltado para o povo:
Pres.: Felizes os convidados para a Ceia do Senhor. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
℟.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.
O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:
Pres.: Que o Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.
e reverentemente comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio:
Pres.: Que o Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.
e reverentemente comunga o Sangue de Cristo.
Em seguida, toma a patena ou o cibório, aproxima-se dos que vão comungar e mostra a hóstia um pouco elevada a cada um deles, dizendo:
℣.: O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
℟.: Amém.
E comunga.
Enquanto o sacerdote comunga o Corpo de Cristo, inicia-se o canto da Comunhão.
ORAÇÃO DE COMUNHÃO ESPIRITUAL
Todos: Meu Jesus, eu creio que estais presente no Santíssimo Sacramento do Altar. Amo-vos sobre todas as coisas, e minha alma suspira por Vós. Mas como não posso receber-Vos agora no Santíssimo Sacramento, vinde, ao menos espiritualmente, ao meu coração. Abraço-me convosco como se já estivésseis comigo: uno-me convosco inteiramente. Ah! Não permitais que torne a Separar-me de vós! Amém!
COMUNHÃO
ANTIFONA DA COMUNHÃO
(Cf. 1Cr 10, 16)
O cálice de bênção que abençoamos é a comunhão no Sangue de Cristo; e o pão que partimos é a participação no Corpo do Senhor.
Se, porém, não se canta, a antífona que vem no Missal pode ser recitada ou pelos fiéis, ou por alguns deles, ou por um leitor, ou então pelo próprio sacerdote depois de ter comungado e antes de dar a Comunhão aos fiéis:
℣.: Agradeçam ao Senhor por seu amor e por suas maravilhas entre os homens! Deu de beber aos que sofriam tanta sede e os famintos saciou com muitos bens.
Terminada a Comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.
Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Fazei, Senhor, que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta dádiva temporal e transforme para nós em remédio eterno.
Então o sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar algum tempo de silêncio sagrado ou proferir um salmo ou outro cântico de louvor.
ORAÇÃO DEPOIS DA COMUNHÃO
Em seguida, junto ao altar ou à cadeira, o sacerdote, de pé, voltado para o povo, diz de mãos unidas:
Pres.: Oremos.
E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo em silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida, o sacerdote, de braços abertos, profere a oração Depois da comunhão.
Senhor, saciados com o alimento e a bedida da salvação, sejamos sempre banhados no Sangue do nosso Salvador que se faz para nós fonte de água que jorra para a vida eterna. Por Cristo, nosso Senhor.
Ao terminar, o povo aclama:
℟.: Amém.
RITOS FINAIS
(A Paixão do Senhor)
℣: Dominum vobiscum.
℟: Et cum Spiriu tuo.
℣: Inclinai-vos para receber a bênção.
(Ou: O Diácono diz: Humilhai as vossas cabeças perante Deus)
℣: Deus, Pai de misericórdia, que nos deu o exemplo de amor na Paixão do seu Filho, vos conceda, pela vossa dedicação a Deus e aos irmãos, a graça de sua bênção.
℟: Amén.
℣: Que possais receber a vida eterna por Cristo, que na cruz nos livrou da morte eterna.
℟: Amén.
℣: Seguindo o exemplo de sua humildade, possais participar da glória de sua ressurreição.
℟: Amén.
℣: Benedícat vos omnípotens Deus, in nomine Patris + Et filius + et Spiritus Sancti + descendat super vos et maneat semper.
℟: Amén.
O sacerdote ou o diácono, de mãos juntas, despede o povo dizendo:
℣: Ite in pace.
℟: Deo gratias.
Se necessário, fazem-se breves comunicações ao povo.
( Tp. TE DEUM: te Deum )
Te Deum laudamus, te Dominum confitemur.
Deus do infinito, nós te louvamos e te agradecemos a teu poder. As criaturas com seus mistérios cantam a grandeza de quem o ser. Todos os povos sonham ninive dessa esperança de encontrar a paz, Suas histórias todas aponta para o mesmo mundo onde tu estás.
Santo, santo, santo, todo poderoso é o nosso Deus. Santo, santo, santo, santo, santo, santo, todo poderoso é o nosso Deus.
Senhor Jesus Cristo, nós te louvamos e te agradecemos teu imenso amor, teu nascimento, teu sofrimento trouce vida nova onde existe amor. Nós te adoramos e acreditamos que és o Filho Santo, o nosso criador, e professamos tua verdade que a humanidade plantou tamanho amor.
Santo, santo, santo, todo poderoso é o nosso Deus. Santo, santo, santo, santo, santo, santo, todo poderoso é o nosso Deus.
Deus do infinito, teu santo espírito renova o mundo sem jamais cessar, nossa esperança nossos projetos só se realizam vamos lê falar, todo poderoso somos o teu povo que na esperança vive a caminhar, para que sejamos teu povo santo que fará no mundo teu nome e teu altar.
Santo, santo, santo, todo poderoso é o nosso Deus. Santo, santo, santo, santo, santo, santo, todo poderoso é o nosso Deus.
Santo, santo, santo, todo poderoso é o nosso Deus. Santo, santo, santo, santo, santo, santo, todo poderoso é o nosso Deus.
e após canta-se o hino ao senhor Bom Jesus dos Aflitos
( HINO: Hino ao Bom Jesus )
caso não seja para o senhor Bom Jesus dos Aflitos, canta-se o te Deum como canto de saída.

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