domingo, 5 de abril de 2026

DOMINGO DE PÁSCOA ANO A


Livreto Celebrativo | Domingo da Páscoa na Ressurreição do Senhor

by

Alyson Guilherme 

-

abril 05, 2026






LIVRETO CELEBRATIVO

DOMINGO DA PÁSCOA

NA RESSURREIÇÃO DO SENHOR


05.04.2026


CANTO DE ENTRADA

(O senhor ressurgiu)


Reunido o povo, o sacerdote dirige-se ao altar com os ministros, durante o canto de entrada.


O SENHOR RESSURGIU, ALELUIA, ALELUIA! É O CORDEIRO PASCAL, ALELUIA, ALELUIA! IMOLADO POR NÓS, ALELUIA, ALELUIA! É O CRISTO SENHOR, ELE VIVE E VENCEU, ALELUIA!


1. O CRISTO, SENHOR RESSUSCITOU, A NOSSA ESPERANÇA REALIZOU: VENCIDA A MORTE PARA SEMPRE, TRIUNFA A VIDA ETERNAMENTE!


2. O CRISTO REMIU A SEUS IRMÃOS, AO PAI OS CONDUZIU POR SUA MÃO; NO ESPÍRITO SANTO UNIDA ESTEJA, A FAMÍLIA DE DEUS, QUE É A IGREJA!


3. O CRISTO, NOSSA PÁSCOA SE IMOLOU, SEU SANGUE DA MORTE NOS LIVROU: INCÓLUMES O MAR ATRAVESSAMOS, E À TERRA PROMETIDA CAMINHAMOS!


SAUDAÇÃO

 

Chegando ao altar e feita a devida reverência, beija-o em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa-o. Em seguida, todos dirigem-se às cadeiras.


Terminado o canto de entrada, toda a assembleia, de pé, faz o sinal da cruz, enquanto o sacerdote diz:

Pres.: In nomine Patris et Filii + et Spiritus Sancti. 

Ass: Amém.


O sacerdote, voltado para o povo e abrindo os braços, saúda-o:

Pres: O Deus da esperança, que nos cumula de toda alegria e paz em nossa fé, pela ação do Espírito Santo, esteja convosco.

Ass: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo!


O sacerdote, diácono ou outro ministro devidamente preparado poderá, em breves palavras, introduzir os fiéis na missa do dia.


RITO DA ASPERSÃO

(Vi a água)


O sacerdote de pé junto à cadeira, voltado para o povo, tendo diante de si a vasilha com a água que vai ser abençoada convida o povo a rezar, com estas palavras ou outras semelhantes:

Pres: Irmãos e irmãs em Cristo, invoquemos o Senhor nosso Deus para que se digne abençoar esta água que vai ser aspergida sobre nós, recordando nosso batismo. Que ele se digne ajudar-nos para permanecermos fiéis ao Espírito que recebemos.

E, após um momento de silêncio, continua, de mãos unidas, rezando uma das seguintes fórmulas:

Pres: Senhor nosso Deus, velai sobre vosso povo e, ao celebrarmos a maravilha da nossa criação e a maravilha ainda maior de nossa redenção, dignai-vos abençoar + esta água. Fostes Vós que a criastes para fecundar a terra, para lavar nossos corpos e refazer nossas forças. Também a fizestes instrumento da vossa misericórdia: por ela libertastes o vosso povo do cativeiro e aplacastes no deserto a sua sede; por ela os profetas anunciaram a nova aliança que era vosso desejo concluir com os seres humanos; por ela finalmente, consagrada pelo Cristo no Jordão, renovastes, pelo banho do novo nascimento, a nossa natureza pecadora. Que esta água seja para nós uma recordação do nosso batismo e nos faça participar da alegria dos que foram batizados na Páscoa. Por Cristo, nosso Senhor.

Ass: Amém.


Onde a situação do lugar ou a tradição popular aconselharem manter o costume de misturar o sal à água, o sacerdote benze o sal, dizendo:

Pres: Deus de bondade, abençoai + o sal que mandastes o profeta Eliseu lançar a água para torná-la fecunda. Fazei, ó Deus, que por toda parte onde esta mistura de água e sal for aspergida, seja afastado todo ataque do inimigo, e guarde-nos constantemente a presença do Espírito Santo. Por Cristo, nosso Senhor

Ass: Amém.

Em seguida, põe o sal na água.


Tomando o aspersório, o sacerdote asperge a si mesmo e aos ministros, em seguida ao clero e ao povo, percorrendo a igreja, se for oportuno.


VI A ÁGUA SAINDO DO LADO DIREITO DO TEMPLO, ALELUIA! E TODOS A QUEM CHEGA ESTA ÁGUA RECEBEM A SALVAÇÃO E PROCLAMAM: ALELUIA, ALELUIA!


Voltando à cadeira e terminado o canto, o sacerdote, de pé, voltado para o povo, diz:

Pres: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.

Ass: Amém.


Pres.: Senhor, tende piedade de nós. 

℟.: Senhor, tende piedade de nós. 

Pres.: Cristo, tende piedade de nós. 

℟.: Cristo, tende piedade de nós.

Pres.: Senhor, tende piedade de nós.

℟.: Senhor, tende piedade de nós.



HINO DO GLÓRIA

(Gloria - Pe. A. Cartageno)


Canta-se em seguida o hino:


V: GLORIA IN EXCELSIS DEO


GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS, GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS, E PAZ NA TERRA AOS HOMENS POR ELE AMADOS! GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS, GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS, E PAZ NA TERRA AOS HOMENS POR ELE AMADOS!


SENHOR DEUS, REI DOS CÉUS DEUS PAI, TODO-PODEROSO NÓS VOS LOUVAMOS, BENDIZEMOS,  NÓS VOS ADORAMOS E GLORIFICAMOS NÓS VOS DAMOS GRAÇAS POR VOSSA IMENSA GLÓRIA!


GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS, GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS, E PAZ NA TERRA AOS HOMENS POR ELE AMADOS! GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS, GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS, E PAZ NA TERRA AOS HOMENS POR ELE AMADOS!


SENHOR, JESUS CRISTO, FILHO UNIGÊNITO SENHOR DEUS, CORDEIRO DE DEUS FILHO DE DEUS PAI VÓS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO TENDE PIEDADE DE NÓS VÓS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO ACOLHEI A NOSSA SÚPLICA VÓS QUE ESTAIS A DIREITA DO PAI TENDE PIEDADE DE NÓS


GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS, GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS, E PAZ NA TERRA AOS HOMENS POR ELE AMADOS! GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS, GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS, E PAZ NA TERRA AOS HOMENS POR ELE AMADOS!


SÓ VÓS SOIS O SANTO SÓ VÓS O SENHOR SÓ VÓS O ALTÍSSIMO, JESUS CRISTO COM O ESPÍRITO SANTO NA GLÓRIA DE DEUS PAI. AMÉM!


ORAÇÃO DO DIA


Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:

Pres: Oremos.

E todos oram em silêncio, por algum tempo.

Então o sacerdote abrindo os braços reza a oração;

Ó Deus, no dia de hoje, por vosso Filho, vencedor da morte, nos abristes as portas da vida eterna. Concede que, celebrando a solenidade da sua ressurreição, renovados pelo vosso Espírito, ressuscitemos para a luz da vida. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.

Ao terminar, o povo aclama:

Ass: Amém.


LITURGIA DA PALAVRA


PRIMEIRA LEITURA

(At 10, 34a. 37-43)


O leitor dirige-se ao ambão para a primeira leitura, que todos ouvem sentados.

Leitor: Leitura dos Atos dos Apóstolos.

Naqueles dias, Pedro tomou a palavra e disse: “Vós sabeis o que aconteceu em toda a Judeia, a começar pela Galileia, depois do batismo pregado por João: como Jesus de Nazaré foi ungido por Deus com o Espírito Santo e com poder. Ele andou por toda a parte, fazendo o bem e curando a todos os que estavam dominados pelo demônio; porque Deus estava com ele. E nós somos testemunhas de tudo o que Jesus fez na terra dos judeus e em Jerusalém. Eles o mataram, pregando-o numa cruz. Mas Deus o ressuscitou no terceiro dia, concedendo-lhe manifestar-se não a todo o povo, mas às testemunhas que Deus havia escolhido: a nós, que comemos e bebemos com Jesus, depois que ressuscitou dos mortos. E Jesus nos mandou pregar ao povo e testemunhar que Deus o constituiu Juiz dos vivos e dos mortos. Todos os profetas dão testemunho dele: ‘Todo aquele que crê em Jesus recebe, em seu nome, o perdão dos pecados’”.

Ao final acrescenta:

Leitor: Palavra do Senhor.

Todos aclamam:

Ass: Graças a Deus.


SALMO RESPONSORIAL

(Sl 117(118), 1-2. 16ab-17. 22-23 (R. 24))


O salmista ou o cantor recita o salmo, e o povo o estribilho.


ESTE É O DIA QUE O SENHOR FEZ PARA NÓS: ALEGREMO-NOS E NELE EXULTEMOS!


— DAI GRAÇAS AO SENHOR, PORQUE ELE É BOM! “ETERNA É A SUA MISERICÓRDIA!” A CASA DE ISRAEL AGORA O DIGA: “ETERNA É A SUA MISERICÓRDIA!”


— A MÃO DIREITA DO SENHOR FEZ MARAVILHAS, A MÃO DIREITA DO SENHOR ME LEVANTOU. NÃO MORREREI, MAS AO CONTRÁRIO, VIVEREI PARA CANTAR AS GRANDES OBRAS DO SENHOR! 


— A PEDRA QUE OS PEDREIROS REJEITARAM, TORNOU-SE AGORA A PEDRA ANGULAR. PELO SENHOR É QUE FOI FEITO TUDO ISSO: QUE MARAVILHAS ELE FEZ A NOSSOS OLHOS! 


Ou, para a recitação:

Este é o dia que o Senhor fez para nós: alegremo-nos e nele exultemos!


— Dai graças ao Senhor, porque ele é bom! “Eterna é a sua misericórdia!” A casa de Israel agora o diga: “Eterna é a sua misericórdia!”


— A mão direita do Senhor fez maravilhas, a mão direita do Senhor me levantou. Não morrerei, mas ao contrário, viverei para cantar as grandes obras do Senhor! 


— A pedra que os pedreiros rejeitaram, tornou-se agora a pedra angular. Pelo Senhor é que foi feito tudo isso: Que maravilhas ele fez a nossos olhos! 


SEGUNDA LEITURA

(Cl 3, 1-4)


Se houver segunda leitura, o leitor a fará no ambão, como acima.


Leitor: Leitura da Carta de São Paulo aos Colossenses.

Irmãos: Se ressuscitastes com Cristo, esforçai-vos por alcançar as coisas do alto, onde está Cristo, sentado à direita de Deus; aspirai às coisas celestes e não às coisas terrestres. Pois vós morrestes, e a vossa vida está escondida, com Cristo, em Deus. Quando Cristo, vossa vida, aparecer em seu triunfo, então vós aparecereis também com ele, revestidos de glória.

Ao final acrescenta:

Leitor: Palavra do Senhor.

Todos aclamam:

Ass: Graças a Deus.


SEQUÊNCIA

(Cantai cristãos afinal)


Sentados, todos cantam ou rezam a sequência. Ela pode ser feita em coros.


CANTAI, CRISTÃOS, AFINAL:

"SALVE Ó VÍTIMA PASCAL!"

CORDEIRO INOCENTE, O CRISTO

ABRIU-NOS DO PAI O APRISCO.

POR TODA OVELHA IMOLADO,

DO MUNDO LAVA O PECADO.

DUELAM FORTE E MAIS FORTE:

É A VIDA QUE VENCE A MORTE.

O REI DA VIDA, CATIVO,

FOI MORTO, MAS REINA VIVO!

RESPONDE, POIS, Ó MARIA:

NO CAMINHO O QUE HAVIA?

"VI CRISTO RESSUSCITADO,

O TÚMULO ABANDONADO.

OS ANJOS DA COR DO SOL,

DOBRADO NO CHÃO O LENÇOL.

O CRISTO QUE LEVA AOS CÉUS,

CAMINHA À FRENTE DOS SEUS!"

RESSUSCITOU, DE VERDADE:

Ó REI, Ó CRISTO, PIEDADE!


ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO


Segue-se o canto.

ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA! 

ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA! 


O NOSSO CORDEIRO PASCAL,

JESUS CRISTO, JÁ FOI IMOLADO.

CELEBREMOS, ASSIM, ESTA FESTA,

NA SINCERIDADE E VERDADE.

 

ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA! 

ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA! 


Enquanto isso, o sacerdote, se usar incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:

Diác: Dá-me a tua bênção.


O sacerdote diz em voz baixa:

Pres: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.

O diácono responde:

Diác: Amém.


Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio;

Pres: Ó Deus todo-poderoso, purificai-me o coração e os lábios, para que eu anuncie dignamente o vosso santo Evangelho.


EVANGELHO

(Lc 24, 13-35)


O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e as velas, e diz:

Diác ou Sac: Dominum vobiscum.

Ass: Et cum Spiritu tuo.


O diácono, ou o sacerdote, fazendo o sinal da cruz no livro e, depois, na fronte, na boca e no peito, diz:

Diác ou Sac: Lectio Sancti Evangeli secumdo John 

Ass: Glória tibi Domini.


Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.

Diác ou Pres: No primeiro dia da semana, Maria Madalena foi ao túmulo de Jesus, bem de madrugada, quando ainda estava escuro, e viu que a pedra tinha sido retirada do túmulo. Então ela saiu correndo e foi encontrar Simão Pedro e o outro discípulo, aquele que Jesus amava, e lhes disse: “Tiraram o Senhor do túmulo, e não sabemos onde o colocaram”. Saíram, então, Pedro e o outro discípulo e foram ao túmulo. Os dois corriam juntos, mas o outro discípulo correu mais depressa que Pedro e chegou primeiro ao túmulo. Olhando para dentro, viu as faixas de linho no chão, mas não entrou. Chegou também Simão Pedro, que vinha correndo atrás, e entrou no túmulo. Viu as faixas de linho deitadas no chão e o pano que tinha estado sobre a cabeça de Jesus, não posto com as faixas, mas enrolado num lugar à parte. Então entrou também o outro discípulo, que tinha chegado primeiro ao túmulo. Ele viu, e acreditou. De fato, eles ainda não tinham compreendido a Escritura, segundo a qual ele devia ressuscitar dos mortos.

Terminado o Evangelho, o diácono ou o sacerdote diz:

Diác ou Sac: Verbum Domini.

O povo aclama:

Ass: Glória tibi Domini.


O sacerdote beija o livro, rezando em silêncio:

Pelas palavras do santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados.


HOMILIA


Nos domingos e festas de preceito, faça-se a homilia, também recomendável nos outros dias.


 PROFISSÃO DE FÉ


Terminada a homilia, seja feita, quando prescrita, a profissão de fé:


Pres: Professemos a nossa fé.

Ass: Creio em um só Deus, Pai todo-poderoso, criador do céu e da terra, de todas as coisas visíveis e invisíveis. Creio em um só Senhor, Jesus Cristo, Filho Unigênito de Deus, nascido do Pai antes de todos os séculos: Deus de Deus, luz da luz, Deus verdadeiro de Deus verdadeiro, gerado, não criado, consubstancial ao Pai. Por ele todas as coisas foram feitas. E por nós, homens, e para nossa salvação, desceu dos céus:

(Todos se inclinam)

e se encarnou pelo Espírito Santo, no seio da Vhirghem Maria, e se fez homem.

(Todos erguem-se)

Também por nós foi crucificado sob Pôncio Pilatos; padeceu e foi sepultado. Ressuscitou ao terceiro dia, conforme as Escrituras, e subiu aos céus, onde está sentado à direita do Pai. E de novo há de vir, em sua glória, para julgar os vivos e os mortos; e o seu reino não terá fim. Creio no Espírito Santo, Senhor que dá a vida, e procede do Pai e do Filho; e com o Pai e o Filho é adorado e glorificado: ele que falou pelos profetas. Creio na Igreja, una, santa, católica e apostólica. Professo um só batismo para remissão dos pecados. E espero a ressurreição dos mortos e a vida do mundo que há de vir. Amém.


PRECES DA ASSEMBLÉIA


Em seguida, faz-se a oração universal ou dos fiéis.

Pres: Caríssimos irmãos e irmãs em Cristo: Neste dia santíssimo que o Senhor fez, em que o Espírito nos torna homens novos, oremos ao Pai, para que a alegria da Páscoa se estenda ao mundo inteiro, dizendo, com fé:

Ass: Pela Ressurreição do vosso Filho, ouvi-nos, Senhor


1. Pela Igreja católica e apostólica, para que se alegre santamente nesta Páscoa e proclame que o Senhor ressuscitou, oremos.


2. Por todos os que foram batizados, para que aspirem às realidades do alto e deem graças pelo seu novo nascimento, oremos.


3. Pela humanidade inteira, para que acolha a Boa Nova e a Aliança que Deus lhe oferece em Cristo ressuscitado, oremos.


4. Pelas famílias cristãs, para que o Cordeiro pascal, que é a nossa vida, as alimente com o seu Corpo e o seu Sangue, oremos.


Pres: Deus santo, Deus da vida, Deus salvador, que na Ressurreição do vosso Filho destes ao mundo a vitória sobre a morte, fazei-nos viver ressuscitados com Ele, deixando-nos conduzir pelo seu Espírito. Por Cristo Senhor nosso.

Ass: Amém.


OFERTÓRIO

(Bendito sejas, ó rei da Glória)


Inicia-se o canto do ofertório, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice e o missal.


1. BENDITO SEJAS, Ó REI DA GLÓRIA, RESSUSCITADO SENHOR DA IGREJA! AQUI TRAZEMOS AS NOSSAS OFERTAS!


VÊ COM BONS OLHOS NOSSAS HUMILDES OFERTAS, TUDO QUE TEMOS, SEJA PRA TI, Ó SENHOR!


2. VIDAS SE ENCONTRAM NO ALTAR DE DEUS, GENTE SE DOA, DOM QUE SE IMOLA. AQUI TRAZEMOS AS NOSSAS OFERTAS!


VÊ COM BONS OLHOS NOSSAS HUMILDES OFERTAS, TUDO QUE TEMOS, SEJA PRA TI, Ó SENHOR!


3. MAIOR MOTIVO DE OFERENDA, POIS, O SENHOR RESSUSCITOU, PARA QUE TODOS TIVESSEM VIDA.


VÊ COM BONS OLHOS NOSSAS HUMILDES OFERTAS, TUDO QUE TEMOS, SEJA PRA TI, Ó SENHOR!


4. IRMÃOS DA TERRA, IRMÃOS DO CÉU, JUNTOS CANTEMOS GLÓRIA AO SENHOR. AQUI TRAZEMOS AS NOSSAS OFERTAS!


VÊ COM BONS OLHOS NOSSAS HUMILDES OFERTAS, TUDO QUE TEMOS, SEJA PRA TI, Ó SENHOR!


Convém que os fiéis manifestem a sua participação, trazendo o pão e o vinho para a celebração da Eucarística, ou outros dons para o auxílio da comunidade e dos pobres.


O sacerdote, de pé, toma a patena com o pão e, elevando-a um pouco sobre o altar, reza em silêncio:

Bendito sejais, senhor, Deus do Universo, pelo pão que recebemos da Vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano: que agora Vos apresentamos e que para nós se vai tornar Pão da vida.

Se não houver canto ao ofertório o povo acrescenta a aclamação:

Ass: Bendito seja Deus para sempre!

 

Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal. O diácono ou o sacerdote derrama vinho e um pouco d´água no cálice, rezando em silêncio:

Pelo mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.

 

Em seguida, o sacerdote toma o cálice e, elevando-o um pouco sobre o altar, reza em silêncio:

Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos da Vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano: que agora Vos apresentamos e que para nós se vai tornar Vinho da Salvação.

Ass: Bendito seja Deus para sempre!

Coloca o cálice sobre o corporal.

 

O sacerdote, inclinado, reza em silêncio:

De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, Senhor, nosso Deus.

 

Se for oportuno, incensa as oferendas e o altar. Depois o diácono ou o ministro incensa o sacerdote e o povo.

 

O sacerdote, de pé, ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:

Lavai-me, Senhor, de minhas faltas e purificai-me de meus pecados.


ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS

 

No meio do altar e voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, o sacerdote diz:

Pres: Orai, irmãos e irmãs, para que esta nossa família, reunida em nome de Cristo, possa oferecer um sacrifício que seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.

Ass: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a santa Igreja.

 

Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote reza a oração sobre as oferendas:

Pres: Exultando de alegria pascal, nós vos oferecemos, Senhor, o sacrifício pelo qual a vossa Igreja de modo maravilhoso renasce e se alimenta. Por Cristo, nosso Senhor.

O povo aclama:

Ass: Amém.


PREFÁCIO DA PÁSCOA I

(O mistério pascal)


No Tempo pascal. Na Vigília Pascal diz-se nesta noite; no domingo e oitava de Páscoa, neste dia; no Tempo Pascal, neste tempo.


Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz:

Pres: Dominum vobiscum.

Ass: Et cum Spiritu tuo.


Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:

Pres: Sursum Corda.

Ass: Habemus ad Dominum.


O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:

Pres: Gratias agamus Domino Deo nostro.

Ass: Dignum et iustum est.


O sacerdote, de braços abertos, continua o prefácio.

Pres: Na verdade, é justo e necessário, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo o lugar, mas sobretudo neste dia em que Cristo, nossa Páscoa, foi imolado. Ele é o verdadeiro Cordeiro, que tira o pecado do mundo. Morrendo, destruiu a morte, e, ressurgindo, deu-nos a vida. Transbordando de alegria pascal, nós nos unimos aos anjos e a todos os santos, para celebrar a vossa glória, cantando (dizendo) a uma só voz:


SANTO

(Santo - Messa Sacerdote per sempre)


SANTO, SANTO, SANTO, SENHOR DEUS DO UNIVERSO. O CÉU E A TERRA PROCLAMAM A VOSSA GLÓRIA.

HOSANA NAS ALTURAS!

HOSANA, HOSANA!

HOSANA NAS ALTURAS!

HOSANA, HOSANA!

HOSANA NAS ALTURAS!


BENDITO O QUE VEM EM NOME DO SENHOR. BENDITO QUE VEM EM NOME DO SENHOR.

HOSANA NAS ALTURAS!

HOSANA, HOSANA!

HOSANA NAS ALTURAS!

HOSANA, HOSANA!

HOSANA NAS ALTURAS!


ORAÇÃO EUCARÍSTICA I OU CÂNON ROMANO


O sacerdote, de braços abertos, diz:

CP.Pai de misericórdia, a quem sobem nossos louvores, suplicantes, vos rogamos e pedimos por Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso,

une as mãos e traça o sinal da cruz, ao mesmo tempo sobre o pão e o cálice, dizendo:

que aceiteis e abençoeis estes dons, estas oferendas, este sacrifício puro e santo,

de braços abertos, prossegue:

que oferecemos, antes de tudo, pela vossa Igreja santa e católica: concedei-lhe paz e proteção, unindo-a num só corpo e governando-a por toda a terra, em comunhão com vosso servo o Papa N., o nosso (arce)Bispo N.*, e todos os que guardam a fé católica que receberam dos Apóstolos.


(*) Aqui pode-se fazer menção dos Bispos Coadjutores ou Auxiliares, conforme vem indicado na Instrução Geral sobre o Missal Romano, n. 149.


     A assembleia aclama:

    Abençoai nossa oferenda, ó Senhor!


Momento dos vivos

1C.Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos e filhas N. N.

une as mãos e reza em silêncio por aqueles que quer recordar.

De braços abertos, prossegue:

e de todos os que circundam este altar, dos quais conheceis a fé e a dedicação ao vosso serviço. Por eles nós vos oferecemos e também eles vos oferecem este sacrifício de louvor por si e por todos os seus, e elevam a vós as suas preces, Deus eterno, vivo e verdadeiro, para alcançar o perdão de suas faltas, a segurança em suas vidas e a salvação que esperam.


     A assembleia aclama:

    Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos!


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Na Missa com Batismo

1C.Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos e filhas N. N. aqui se mencionam os nomes dos padrinhos e das madrinhas que conduziram os vossos eleitos à santa graça do Batismo, e de todos que circundam este altar, dos quais conheceis a fé e a dedicação ao vosso serviço.

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"Infra actionem"

2C.Em comunhão com toda a Igreja, celebramos em primeiro lugar a memória da Mãe de nosso Deus e Senhor Jesus Cristo, a gloriosa sempre Virgem Maria, a de seu esposo São José, e também a dos Santos Apóstolos e Mártires: Pedro e Paulo, André, (Tiago e João, Tomé, Tiago e Filipe, Bartolomeu e Mateus, Simão e Tadeu, Lino, Cleto, Clemente, Sisto, Cornélio e Cipriano, Lourenço e Crisógono, João e Paulo, Cosme e Damião) e a de todos os vossos Santos. Por seus méritos e preces concedei-nos sem cessar a vossa proteção.

(Por Cristo, nosso Senhor. Amém.)


    A assembleia aclama:

   Em comunhão com vossos Santos vos louvamos!


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COMUNICANTES PRÓPRIOS

ⒷPara os Domingos


Em comunhão com toda a Igreja, celebramos o glorioso dia em que o Senhor Jesus venceu a morte e nos tornou participantes de sua vida imortal. Veneramos em primeiro lugar a memória da Mãe de nosso Deus e Senhor Jesus Cristo, a gloriosa sempre Virgem Maria,


NO NATAL DO SENHOR E DURANTE A OITAVA

Em comunhão com toda a Igreja, celebramos (a noite santíssima) o dia santíssimo em que Maria, intacta em sua virgindade, deu à luz o Salvador do mundo. Veneramos em primeiro lugar a memória da mesma Mãe de nosso Deus e Senhor Jesus Cristo, a gloriosa sempre Virgem Maria,


NA EPIFANIA DO SENHOR

Em comunhão com toda a Igreja, celebramos o dia santíssimo em que vosso Filho unigênito, eterno convosco na glória, se manifestou visivelmente em nossa carne. Veneramos em primeiro lugar a memória da Mãe de nosso Deus e Senhor Jesus Cristo, a gloriosa sempre Virgem Maria,


DA VIGÍLIA PASCAL ATÉ O 2º DOMINGO DA PÁSCOA

Em comunhão com toda a Igreja, celebramos (a noite santíssima) o dia santíssimo da Ressurreição de nosso Senhor Jesus Cristo segundo a carne. Veneramos em primeiro lugar a memória da Mãe de nosso Deus e Senhor Jesus Cristo, a gloriosa sempre Virgem Maria,


NA ASCENSÃO DO SENHOR

Em comunhão com toda a Igreja, celebramos o dia santíssimo em que nosso Senhor, vosso Filho unigênito, elevou à vossa direita na glória a nossa frágil natureza humana. Veneramos em primeiro lugar a memória da Mãe de nosso Deus e Senhor Jesus Cristo, a gloriosa sempre Virgem Maria,


EM PENTECOSTES

Em comunhão com toda a Igreja, celebramos o dia santíssimo de Pentecostes em que o Espírito Santo, em línguas de fogo, se manifestou aos Apóstolos. Veneramos em primeiro lugar a memória da Mãe de nosso Deus e Senhor Jesus Cristo, a gloriosa sempre Virgem Maria,

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O sacerdote, com os braços abertos, continua:

CP. Aceitai, ó Pai, com bondade, a oblação dos vossos servos e de toda a vossa família; dai-nos sempre a vossa paz, livrai-nos da condenação eterna e acolhei-nos entre os vossos eleitos.

Une as mãos.

(Por Cristo, nosso Senhor. Amém).

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DA VIGÍLIA PASCAL ATÉ O 2º DOMINGO DA PÁSCOA


Aceitai, ó Pai, com bondade, a oblação dos vossos servos e de toda a vossa família; nós a oferecemos também por aqueles que vos dignastes regenerar pela água e pelo Espírito Santo, concedendo-lhes a remissão de todos os pecados. Dai aos nossos dias a vossa paz, livrai-nos da condenação eterna e acolhei-nos entre os vossos eleitos.


Une as mãos.

(Por Cristo, nosso Senhor. Amém).


NA MISSA COM BATISMO


Aceitai, ó Pai, com bondade, a oblação dos vossos servos e de toda a vossa família; nós a oferecemos também por aqueles que vos dignastes regenerar pela água e pelo Espírito Santo, concedendo-lhes a remissão de todos os pecados, para que vivam em nosso Senhor Jesus Cristo e tenham seus nomes inscritos no livro da vida.

Une as mãos.

(Por Cristo, nosso Senhor. Amém).


NA MISSA COM CRISMA


Aceitai, ó Pai, com bondade, a oblação dos vossos servos e de toda a vossa família nós a oferecemos também por aqueles que, regenerados pelo Batismo, confirmastes com o dom do Espírito Santo. Nós vos pedimos, Senhor, acolhei benigno a nossa oferta e dignai-vos guardar neles a vossa graça.


Une as mãos.

(Por Cristo, nosso Senhor. Amém).


ⒷNA MISSA COM PRIMEIRA COMUNHÃO EUCARÍSTICA


Aceitai, ó Pai, com bondade, a oblação dos vossos servos e de toda a vossa família; nós a oferecemos por vossos filhos e filhas que hoje reunis pela primeira vez à vossa mesa, na participação do Pão da vida e do Cálice da salvação; concedei-lhes crescer sempre em vossa amizade e na comunhão com vossa Igreja.

Une as mãos.

(Por Cristo, nosso Senhor. Amém).


ⒷNA MISSA COM UNÇÃO DOS ENFERMOS

Aceitai, ó Pai, com bondade, a oblação dos vossos servos e de toda a vossa família; nós a oferecemos também pelos nossos irmãos enfermos que, mediante a santa unção, unem os seus sofrimentos à Páscoa de Cristo; dai-lhes consolação, saúde e paz.

Une as mãos.

(Por Cristo, nosso Senhor. Amém).


NA MISSA COM MATRIMÔNIO

Aceitai, ó Pai, com bondade, a oblação de vossos servos, como também dos novos esposos N. e N., e de toda a vossa família que por eles intercede. E, como lhes destes chegar ao dia do casamento, concedei-lhes também vida longa e feliz (e a alegria dos filhos que desejam).


Une as mãos.

(Por Cristo, nosso Senhor. Amém).

____________________________________


Estendendo as mãos sobre as oferendas, diz:

CC.Dignai-vos, ó Pai, aceitar, abençoar e santificar estas oferendas; recebei-as como sacrifício espiritual perfeito, a fim de que se tornem para nós o Corpo e o Sangue de vosso amado Filho, nosso Senhor Jesus Cristo.

Une as mãos.


     A assembleia aclama:

    Enviai o vosso Espírito Santo!


O relato da instituição da Eucaristia seja proferido de modo claro e audível, como requer a sua natureza.

Na véspera de sua paixão,

  toma o pão e,

mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:

ele tomou o pão em suas santas e veneráveis mãos,

eleva os olhos,

elevou os olhos ao céu, a vós, ó Pai todo-poderoso, pronunciou a bênção de ação de graças, partiu o pão e o deu a seus discípulos

Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena e genuflete em adoração.


Então prossegue:

Do mesmo modo, no fim da ceia,

toma o cálice nas mãos

e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossege:

ele tomou este precioso cálice em suas santas e veneráveis mãos, pronunciou novamente a bênção de ação de graças e o deu a seus discípulos.

Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e genuflete em adoração.


Em seguida, diz:

Mistério da fé!


     A assembleia aclama:

    Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa ressurreição.  Vinde, Senhor Jesus!


Ou:

Mistério da fé e do amor!


     A assembleia aclama:

    Todas as vezes que comemos deste pão e bebemos deste cálice, anunciamos, Senhor, a vossa morte enquanto esperamos a vossa vinda!


Ou:

Mistério da fé para a salvação do mundo!

 

     A assembleia aclama:

    Salvador do mundo, salvai-nos, vós que nos libertastes pela cruz e ressurreição.


O sacerdote, de braços abertos, diz:

CC. Celebrando, pois, a memória da bem-aventurada paixão do vosso Filho, da sua ressurreição dentre os mortos e gloriosa ascensão aos céus, nós, vossos servos, e também vosso povo santo, vos oferecemos, ó Pai, dentre os bens que nos destes, o sacrifício puro, santo e imaculado, Pão santo da vida eterna e Cálice da perpétua salvação.

Recebei, ó Pai, com olhar benigno, esta oferta, como recebestes os dons do justo Abel, o sacrifício de nosso patriarca Abraão e a oblação pura e santa do sumo sacerdote Melquisedeque.


     A assembleia aclama:

    Aceitai, ó Senhor, a nossa oferta!

 

Une as mãos e, inclinando-se, diz:

Suplicantes, vos pedimos, ó Deus onipotente, que esta nossa oferenda seja levada à vossa presença, no altar do céu, pelas mãos do vosso santo Anjo, para que todos nós, participando deste altar pela comunhão do santíssimo Corpo e Sangue do vosso Filho,

ergue-se e faz sobre si o sinal da cruz, dizendo:

sejamos repletos de todas as graças e bênçãos do céu.

Une as mãos.

(Por Cristo, nosso Senhor. Amém).


     A assembleia aclama:

    O Espírito nos una num só corpo!


MOMENTO DOS MORTOS.


De braços abertos, diz:

3C. Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos e filhas N. N. que nos precederam com o sinal da fé e dormem o sono da paz.

Une as mãos e, em silêncio, reza brevemente pelos defuntos que deseja recordar.

De braços abertos, prossegue:

A eles, e a todos os que descansam no Cristo, concedei o repouso, a luz e a paz.

Une as mãos.

(Por Cristo, nosso Senhor. Amém).


     A assembleia aclama:

    Concedei-lhes, ó Senhor, a luz eterna!


Bate no peito, dizendo:

4C.E a todos nós pecadores,

e, de braços abertos, prossegue:

que esperamos na vossa infinita misericórdia, concedei, não por nossos méritos, mas por vossa bondade, o convívio dos Apóstolos e Mártires: João Batista e Estêvão, Matias e Barnabé, (Inácio, Alexandre, Marcelino e Pedro, Felicidade e Perpétua, Águeda e Luzia, Inês, Cecília, Anastáciae de todos os vossos Santos.

Une as mãos.

Por Cristo, nosso Senhor.

E prossegue:

Por ele não cessais de criar, santificar, vivificar, abençoar estes bens e distribuí-los entre nós.


Ergue a patena com a hóstia e o cálice, dizendo:

CP ou CC. Per ipsum, et chuhm ipso, et in ipso, est tibi Deo Patri omnipotenti, in unitate Spiritus Sancti, omnis honor et gloria per omnia sǽcula sæculorum.

     A assembleia aclama:

    Amém.


Segue-se o rito da comunhão.


ORAÇÃO DO SENHOR

(Tonus Solemnis)


Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz, de mãos unidas:

Pres.: Praecéptis salutáribus móniti, et divína institutióne formáti, audémus dícere:

O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:

℟.: Pater noster, qui es in caelis: sanctificétur nomen tuum; advéniat regnum tuum; fiat volúntas tua, sicut in caelo, et in terra. Panem nostrum cotidiánum da nobis hódie; et dimítte nobis débita nostra, sicut et nos dimíttimus debitóribus nostris; et ne nos indúcas in tentatiónem; sed líbera nos a malo.

O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:

Pres: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto, vivendo a esperança, aguardamos a vinda de Cristo salvador.

O sacerdote une as mãos. O povo conclui a oração aclamando:

Ass: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!

 

O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:

Pres: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade. 

O sacerdote une as mãos e conclui:

Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.

O povo responde:

Ass: Amém.

 

O sacerdote, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:

Pres: A paz do Senhor esteja sempre convosco.

O povo responde:

Ass: O amor de Cristo nos uniu.

 

SAUDAÇÃO DA PAZ


Em seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote acrescenta estas palavras ou outras semelhantes:

Diác: No Espírito de Cristo ressuscitado, saudai-vos com um sinal de paz.

E todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz e a caridade; o sacerdote saúda o diácono ou o ministro.


FRAÇÃO DO PÃO

(Cordeiro - Missa em Honra de Santa Cecília)


Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:

Pres: Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos sirva para a vida eterna.

 

Enquanto isso, canta-se:

CORDEIRO DE DEUS, QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO, 

Ó TENDE PIEDADE, PIEDADE DE NÓS!

CORDEIRO DE DEUS, QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO, 

Ó TENDE PIEDADE, PIEDADE DE NÓS!

CORDEIRO DE DEUS, QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO, 

Ó DAI-NOS A PAZ, SENHOR A VOSSA PAZ!


Para recitação:

Ass: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.

Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.

Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.

Essas palavras podem ser repetidas várias vezes, se a fração do pão se prolonga. Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.

 

O sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:

Pres: Senhor Jesus Cristo, o vosso Corpo e o vosso Sangue, que vou receber, não se tonem causa de juízo e condenação; mas, por vossa bondade, sejam sustento e remédio para a minha vida.

 

O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia, elevando-a sobre a patena, diz em voz alta, voltado para o povo:

Pres: Eu sou o pão vivo, que desceu do céu: se alguém come deste Pão viverá eternamente. 

Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.

E acrescenta, com o povo, uma só vez:

Ass: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.


O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:

Que o Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.

Comunga o Corpo de Cristo.

Depois, segura o cálice e reza em silêncio:

Que o Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.

Comunga o Sangue de Cristo.


Toma a patena ou o cibório e, mostrando a hóstia um pouco elevada aos que vão comungar e diz a cada um:

O Corpo de Cristo.

O que vai comungar responde:

Amém.

O diácono, ao distribuir a sagrada comunhão, procede do mesmo modo.


Se houver comunhão sob as duas espécies, observe-se o rito prescrito.


Enquanto o sacerdote comunga do Corpo de Cristo, faça-se a oração da comunhão espiritual e em seguida inicia-se o canto da comunhão.


ORAÇÃO DE COMUNHÃO ESPIRITUAL 


Todos: Meu Jesus, Eu creio que estais presente no Santíssimo Sacramento do Altar. Amo-vos sobre todas as coisas, e minha alma suspira por Vós. Mas como não posso receber-Vos agora no Santíssimo Sacramento, vinde, ao menos espiritualmente, ao meu coração. Abraço-me convosco come se já estivésseis comigo: uno-me Convosco inteiramente. Ah! Não permitais que torne a Separar-me de vós! Amém!


COMUNHÃO

(Cristo, nossa Páscoa!)

 

CRISTO, NOSSA PÁSCOA, FOI IMOLADO, ALELUIA! GLÓRIA A CRISTO, REI RESSUSCITADO, ALELUIA!


1. PÁSCOA SAGRADA! Ó FESTA DE LUZ! PRECISAS DESPERTAR: CRISTO VAI TE ILUMINAR!


CRISTO, NOSSA PÁSCOA, FOI IMOLADO, ALELUIA! GLÓRIA A CRISTO, REI RESSUSCITADO, ALELUIA!


2. PÁSCOA SAGRADA! Ó FESTA UNIVERSAL! NO MUNDO RENOVADO É JESUS GLORIFICADO!


CRISTO, NOSSA PÁSCOA, FOI IMOLADO, ALELUIA! GLÓRIA A CRISTO, REI RESSUSCITADO, ALELUIA!


3. PÁSCOA SAGRADA! VITÓRIA SEM IGUAL! A CRUZ FOI EXALTADA, FOI A MORTE DERROTADA!


CRISTO, NOSSA PÁSCOA, FOI IMOLADO, ALELUIA! GLÓRIA A CRISTO, REI RESSUSCITADO, ALELUIA!


4. PÁSCOA SAGRADA! Ó NOITE BATISMAL! DE TUAS ÁGUAS PURAS NASCEM NOVAS CRIATURAS!


CRISTO, NOSSA PÁSCOA, FOI IMOLADO, ALELUIA! GLÓRIA A CRISTO, REI RESSUSCITADO, ALELUIA!


5. PÁSCOA SAGRADA! BANQUETE DO SENHOR! FELIZ A QUEM É DADO SER ÀS NÚPCIAS CONVIDADO!


CRISTO, NOSSA PÁSCOA, FOI IMOLADO, ALELUIA! GLÓRIA A CRISTO, REI RESSUSCITADO, ALELUIA!


Terminada a comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.

Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:

Fazei, Senhor, que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta dádiva temporal e transforme para nós em remédio eterno.


O sacerdote pode voltar a cadeira. É aconselhável guardar um momento de silêncio ou recitar algum salmo ou canto de louvor.


ORAÇÃO DEPOIS DA COMUNHÃO


De pé, junto à cadeira ou ao altar, o sacerdote diz:

Pres: Oremos.

E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo de silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida o sacerdote abrindo os braços diz a oração:

Deus de bondade, que renovastes vossa Igreja pelos mistérios pascais, concedei-nos vossa constante proteção e conduzi-nos à glória da ressurreição. Por Cristo, nosso Senhor.

O povo aclama:

Ass: Amém.


RITOS FINAIS


Se for necessário, façam-se breves comunicações ao povo.

 

BENÇÃO SOLENE

Vigília pascal e dia de Páscoa


Segue-se o rito de despedida. O sacerdote, abrindo os braços, saúda o povo:

Pres: Dominum vobiscum.

O povo responde:

Ass: Et cum Spiritu tuo.


O diácono diz:

Diác: Inclinai-vos para receber a bênção.


Pres: Que Deus todo-poderoso vos abençoe nesta solenidade pascal e vos proteja contra todo o pecado.

Ass: Amém.


Pres: Aquele que nos renova para a vida eterna, pela ressurreição do seu Filho vos enriqueça com o dom da imortalidade.

Ass: Amém.


Pres: E vós que, transcorridos os dias da paixão do Senhor, celebrais com alegria a festa da Páscoa, possais chegar exultantes à festa das eternas alegrias.

Ass: Amém.


O sacerdote abençoa o povo, dizendo:

Pres: Benedícat vos omnípotens Deus, in nomine Patris + Et filius + et Spiritus Sancti + descendat super vos et maneat semper.

Ass: Amém.

 

Depois, o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos:

Pres ou Diác: Levai a todos a alegria do Senhor ressuscitado; ide em paz e que o Senhor vos acompanhe, aleluia, aleluia!

O povo responde:

Ass: Graças a Deus, aleluia, aleluia!


ANTÍFONA MARIANA

(Regina Caeli)


RAINHA DO CÉU, ALEGRAI-VOS, ALELUIA, POIS O SENHOR QUE MERECESTES TRAZER EM VOSSO SEIO, ALELUIA, RESSUSCITOU, COMO DISSE, ALELUIA; ROGAI A DEUS POR NÓS, ALELUIA.

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